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LG Optimus Black P970 é top de linha, com economia


Depois de lançar aparelhos mais simples com o Android embarcado, a LG preparou o terreno para o Optimus 3D e lançou o smartphone LG Optimus Black P970, um possível concorrente ao Samsung Galaxy S II e ao Motorola Atrix, com tecnologia de tela Nova Display e uma espessura bem fina.
Design
Nada impressiona muito no Black. Ele é bem fino, com 9,2 milímetros de espessura, mas não tanto quanto o Galaxy S II. Seu design é sóbrio, elegante, com a frente coberta toda por vidro e a traseira de plástico preto fosco, trazendo uma pequena impressão da marca de um lado e o logotipo da Google e a câmera do outro. Uma pequena saída de som também é visível.
LG Optimus Black P970, um display simples e discreto (Foto: Stella Dauer)LG Optimus Black P970, um display simples e discreto (Foto: Stella Dauer)
O legal do P970 é que ele vem com mais duas capinhas (uma rosa brilhante e cintilante e uma branca, semelhante), caso você não aprecie o visual preto dele. Ele é leve, pesa apenas 113 gramas, e possui poucos detalhes na carcaça. Em cima, ficam a entrada padrão para fones, conexão microUSB protegida por uma tampinha deslizante e o botão de energia.
Além desse, só vemos botões na lateral esquerda, de volume, e o “G”, do qual vamos falar abaixo. Na frente, todos os quatro botões padrões do Android são de toque e ficam apagados quando o telefone está em repouso. Embaixo, só há o microfone.
Tela
A tela multitoque do P970 é bem confortável. São 4 polegadas e 16 milhões de cores em uma definição de 480 x 800 pixels, com as tecnologias Gorilla Glass e IPS LCD, que visa melhorar a leitura mesmo em ângulos complicados. Ela é brilhante e com boa definição, e praticamente não se vê os pixels.
Comparação entre a tela do Nexus S e a tela NOVA display, do LG optimus Black P970 (Foto: Stella Dauer)Comparação entre a tela do Nexus S e a tela NOVA display, do LG optimus Black P970 (Foto: Stella Dauer)
Nela, temos o lançamento da LG: a nova tecnologia NOVA display, que chega para competir com o Super AMOLED Plus do Samsung Galaxy S II, e com o Retina Display do iPhone 4. Ela é realmente mais brilhante do que as telas anteriores da empresa, mas ainda não bate suas concorrentes.
A tela se sai muito bem em brilho e também em economiza energia, mas ainda não possui as cores e a mesma capacidade de leitura que as outras. Já é um começo para a LG, mas ainda será preciso mais empenho.
Sistema operacional e usabilidade
O Android embarcado nesse smartphone é a versão Froyo 2.2.2. Por que a LG não aproveitou e colocou a 2.3? Isso traria mais desempenho para o Black. No exterior, já está disponível o upgrade.
No quesito sensor, ele está bem munido. Possui acelerômetro, sensor de proximidade, compasso e controles sensíveis ao toque, como veremos mais abaixo.
A interface é a Optimus UI 2.0 da LG, que mexe bastante no visual original do Android, mas também traz algumas espertezas que o deixam mais prático. Uma das melhores coisas é a organização da área de aplicativos, que pode ser personalizada. São várias categorias pré criadas, mas ela também pode ser criada pelo usuário. Isso facilita muito na hora de dividir os jogos, multimídia, utilidades e outros. De qualquer forma, também é possível manter a organização tradicional por páginas e por ordem alfabética. Assim como nos outros aparelhos da LG, é possível trocar a fonte da interface, dentre 7 opções.
Traseira discreta e sóbria (Foto: Stella Dauer)Traseira discreta e sóbria (Foto: Stella Dauer)
Outras coisas destacam a interface. Para visualizar todas as homes disponíveis – 7 ao total – basta realizar o pinch-to-zoom, o 'beliscão' na tela. A área de notificação é completa e traz os widgets de controle padrão do Android, e também de controle das músicas. Virar o telefone com a tela para baixo desliga alarmes, silencia ligações e pausa vídeos. Bater delicadamente na lateral do P970 faz com que ele passe à próxima foto, e mexe no cursor do campo de texto.
Há também o botão “G”, localizado na lateral. Com ele apertado você navega entre as homes, dá zoom e passeia por uma página via movimento, no navegador. O mesmo “passeio” pode ser feito na galeria de fotos. Se o telefone estiver travado, basta ligar a tela, pressionar o botão “G” e chacoalhar o aparelho. Isso fará com que o P970 seja levado direto à câmera. Esse mesmo chacoalhar junto com o botão pode atender e encerrar ligações, entre outras coisas.
O teclado de toque é confortável, possui resposta háptica e ocasiona poucos erros de digitação, principalmente quando segurado com as duas mãos. Na horizontal, as teclas ficam espaçadas, tornando a tarefa de se digitar no smartphone ainda melhor de ser feita.
Hardware e processamento
Há um processador poderoso nele. Um Cortex-A8 TI OMAP 3630 chipset de 1GHz roda no Black, mas infelizmente ele só possui um núcleo (aparelhos concorrentes já são dual-core). A memória RAM é de 512MB, normal para um aparelho assim. Poderia ser 1GB, mas seria pedir demais.
Em nossos testes, utilizando o aplicativo gratuito de benchmark Quadrant Standard, ele ficou acima apenas do Galaxy S, modelo antigo da Samsung. No uso geral, nenhuma dessas características atrapalhou o funcionamento do aparelho, e todas as tarefas normais puderam ser realizadas satisfatoriamente, como checagem de emails e jogos mais simples. Até os mais pesados, como Asphalt, rodaram sem engasgos. E, para deixar todos felizes, o Black tem suporte a Flash.
Não é fino como o Galaxy S II, mas ainda é bonito (Foto: Stella Dauer)Não é fino como o Galaxy S II, mas ainda é bonito (Foto: Stella Dauer)
Em matéria de conexões, como todo Android, ele vem completo. Tem Wi-Fi 802.11 b/g/n, GPS com suporte A-GPS, Bluetooth v2.1 com A2DP e EDR – além de transmitir dados, se conecta a periféricos –, DLNA e capacidade de atuar como hotspot Wi-Fi. Ele é 3G e quad band.
Nele também há a tecnologia Wi-Fi Direct, que começará a pipocar nos próximos bons smartphones (já está presente no Galaxy S II). Essa tecnologia permite que um dispositivo se conecte a outro sem precisar de um hotspot Wi-Fi. Com ela é possível obter uma conexão 20 vezes mais veloz do que a do Bluetooth, e só é preciso um aparelho com a tecnologia para se conectar até oito dispositivos.
Câmera
A LG colocou uma boa câmera, mas não muito caprichada. Seu sensor é de 5 megapixels e ela possui autofoco e flash de LED. Não há botão exclusivo para foto, mas tudo tem que ser feito pela tela. A interface é bonitinha, mas poucas funções úteis ficam de fácil acesso. Se o zoom pode ser feito pelo botão de volume, por que um botão para ele na interface? Para escolher foco, modos de cena e efeitos de cor é preciso recorrer às configurações.
A câmera tem diversos efeitos de cor, como Sépia, Preto e Branco, Negativo, Vívido, Sépia negativo, Azul, Relevo e Solar, além de possuir geolocalização e detecção de sorrisos. Uma vantagem é sua câmera frontal, que tem qualidade de 2 megapixels (geralmente o que encontramos em outros aparelhos é VGA). Isso melhora possíveis fotos e ligações por vídeo. Uma função chamada Modo de Disparo oferece coisas como panorama, desfoque e disparo contínuo.
Proteção plástica para conexão microUSB (Foto: Stella Dauer)Proteção plástica para conexão microUSB (Foto: Stella Dauer)
As fotos são razoáveis. Geralmente ficam boas com bastante luz e perdem um pouco de qualidade com menos iluminação, contando com cores bem equilibradas. Entretanto, este não é um smartphone para amantes de fotografia.
Na hora de gravação de vídeo, um pouco de confusão: apesar de vir com a ótima função de foco durante o vídeo e de ter gravação de áudio interessantes, algo fica errado na reprodução. Ele faz vídeos em HD simples (720p) em formato 3GP, mas quando passado para o computador, ele sai totalmente do formato widescreen 16:9, e fica muito mais esticado.
Acessórios
Além do celular, juntamente com sua bateria e cartão, encontramos um cabo USB, que também serve para o carregador de tomada. Também há as duas capinhas extras, fones de ouvido com botão para atender chamadas e manuais. Tudo em uma caixa compacta, bem pequena para um smartphone.
Acessórios da caixa: fones brancos e três capinhas (Foto: Reprodução)Acessórios da caixa: fones brancos e três capinhas (Foto: Reprodução)
Aplicativos
Entre os aplicativos disponíveis está a suíte Polaris Office, que possui capacidade de visualização e de edição. A LG também já embute no aparelho apps para o Facebook, MySpace e Twitter.
Há os apps padrões, como Google Search, Maps, Gmail, YouTube, Google Talk, contatos, mensagens, calendário e outros. Gravador de voz, alarme e modo carro também.
Há ainda alguns apps específicos, como o RemoteCall, capaz de controlar o aparelho à distância, e também notas, notícias, finanças e o LG World, um atalho para os aplicativos da empresa. Os widgets são bem variados e, apesar de grandes, úteis.
Música e mídia
Ele vem com rádio FM estéreo com a tecnologia RDS, que traz informações sobre a estação, música e artista, etc. O rádio funciona com o áudio externo, mas precisa dos fones como antena. O tocador é o mesmo de sempre, mas parece que a LG aparou algumas pontas. Pequenas melhoras na interface o deixam bem melhor do que a versão original do Android.
O áudio externo dele é ruim. Não que se espere algo ótimo de um smartphone, mas a pequena saída de áudio na lateral foi mal pensada, e ele fica parecendo um radinho de pilha sem o menor ajuste. O tocador possui equalizador com mais de 10 opções diferentes, mas a que ficou menos pior foi a Dolby Mobile. Os fones de ouvido intra-auriculares que acompanham o Black são muito bons, embora ligeiramente abafados. Mesmo assim, têm um bom estéreo e volume bem alto.
O LG Optimus Black roda uma série de formatos de vídeos nativamente. Seja o 3GP, MP4 e também WMV e AVI utilizando DivX e XviD. Ele passou vídeos em 720p (HD simples) de forma suave, mas por causa de seu processador de apenas um núcleo, não roda vídeos em Full-HD (1080p). Também por causa disso, ele não possui qualquer conexão HDMI.
Bateria e armazenamento
Uma boa vantagem que o P970 possui é a sua duração da sua bateria. Graças à tecnologia do display NOVA, esse aparelho consegue ficar ligado muito mais tempo longe da tomada do que o normal para aparelhos Android. Em nossos testes, com 3G e Wi-Fi ligado o dia inteiro, a bateria durou praticamente 12 horas. Um ótimo rendimento.
A tela NOVA Display economiza bateria (Foto: Stella Dauer)A tela NOVA Display economiza bateria (Foto: Stella Dauer)
O armazenamento dele não é lá aquelas coisas, mas é suficiente. Ele vem com 2GB de memória interna - bem longe dos 8GB que são disponíveis em outros aparelhos, mas nada muito pequeno -, das quais apenas um giga está disponível para o usuário. Como a LG envia junto um cartão microSD de 4GB, fica tudo bem. Aliás, ele aceita cartões de até 32GB.

Informações
Tela:4 polegadas
Resolução de tela:480 x 800 pixels
Sistema operacional: Android 2.2.2 Froyo
Rede:GSM/EDGE/3G
Armazenamento:2GB internos + microSD de 4GB
Câmera:5 megapixels
Flash:sim
Conectividade:WiFi n/b/g / GPS com A-GPS / Bluetooth 2.1
Sincroniza com PC:sim
Dimensões:122 x 64 x 9,2 mm
Peso:113g
Autonomia de bateria:Até 375h em stand-by / Até 6h em conversação
Itens inclusos:aparelho, bateria, cabo USB, carregador, duas capinhas extras, fones de ouvido e manuais

HP redesenha linha Envy e deixa os laptops com a cara do MacBook


Se há uma coisa com a qual a Apple consegue seduzir os consumidores é o design. Tanto que seus produtos costumam servir de influência até para os concorrentes, algumas vezes até gerando denúncias de plágio. Pois a HP não se preocupou muito com possíveis questões jurídicas ao apresentar a reformulação da linha de laptops Envy nesta quarta-feira (16): os aparelhos são a cara do MacBook.

Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)
Nomeados de acordo com os respectivos tamanho de tela, o Envy 15, o Envy 17 e o Envy 17 3D apresentam visual alumínio prateado, touchpad grande e teclado com botões no formato chiclet, com cantos arredondados. Claro, segundo a HP, o design antigo da linha era "muito masculino", mesmo com temas florais, enquanto o novo seria mais "neutro".

Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)
Há alguns pequenos detalhes, como botão de liga/desliga, a linha avermelhada em volta do teclado e o disco para volume no lado direito - inspirado na linha Beats -, que o deixam levemente diferente dos MacBooks. E, sim, a linha Envy roda Windows 7, então não espere nada semelhante ao Mac OS/X Lion.

Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)
Estabelecidas as diferenças, vamos às especificações: o Envy 15 vem com tela Radiance de 15,6 polegadas de resolução Full HD (1080p). Já o Envy 17 vem com display de 17,3 polegadas e a mesma quantidade de linhas de alta definição, mas em um painel TN, enquanto o irmão menor conta com a tecnologia IPS para maiores ângulos de visão (mesma utilizada no iPad).

Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)
O teclado possui iluminação LED individual para cada botão, com sensores de proximidade para acender as teclas apenas quando há alguém por perto. Legal para poupar energia.

No hardware, o Envy 15 conta com processador Intel Core i5-2430M, 6 GB de RAM, disco rígido de 500 GB e 7.200 RPM, Bluetooth, Intel Wireless Display, gravador de DVD e placa gráfica AMD Radeon HD. Ele conta com portas HDMI, DisplayPort, dois conectores USB 3.0 e um de 2.0. A bateria é de oito células de 76 Wh, capaz de proporcionar nove horas de diversão.

Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)Envy HP. (Foto: Reprodução/ Engadget)
Já o Envy 17 conta com CPU semelhante, mas com HD de 750 GB e bateria de seis células de 91 Wh, com 9 horas e 30 minutos de autonomia. Há ainda um DisplayPort e uma porta USB 3.0 a mais. Na versão Envy 17 3D, a RAM sobe para 8 GB e o drive passa a ser um Blu-ray, além de vir de fábrica com um par de óculos de fechamento ativo para ver as três dimensões sem dor de cabeça.

Toyota cria bicicleta capaz de ler a mente e monitorar os batimentos cardíacos


A bicicleta PXP tem o design inspirado no carro Toyota Prius (detalhe). (Foto: Divulgação)A bicicleta PXP tem o design inspirado no carro Toyota Prius (detalhe). (Foto: Divulgação)
Se o design de um carro fosse “transferido” para uma bicicleta, como ela seria? A Toyota, em parceria com a empresa Parlee e engenheiros da Deeplocal, criou a bicicleta PXP (Prius x Parlee) - a versão de duas rodas do carro híbrido Toyota Prius, mas com uma diferença bem básica: essa bicicleta pós-moderna e motorizada é guiada com o “poder da mente”.

O capacete permite ao usuário trocar a marcha por meio de neurotransmissores. (Foto: Divulgação)O capacete permite ao usuário trocar a marcha por
meio de neurotransmissores. (Foto: Divulgação)
Usando um capacete especial, é possível trocar a marcha da bicicleta sem usar um músculo sequer. Ao pensar em “Shift up” ou “Shift down”, a marcha aumenta ou reduz a velocidade automaticamente. A tecnologia envolvida, ao contrário do que pode parecer, é relativamente simples.

O capacete permite ao usuário trocar a marcha por meio de neurotransmissores. Isso se tornou possível com a instalação de um iPhone que usa um aplicativo especial. O software monitora, além da velocidade e o ritmo empregado no trajeto percorrido, o batimento cardíaco, as ondas cerebrais e até mesmo os hábitos do ciclista. Isso quer dizer o aplicativo pode memorizar trajetos.

Os que possuem dificuldade em se concentrar não precisam se preocupar. A função de “ler a mente” pode ser desativada e o controle do trajeto e a velocidade da bicicleta passam a ser feitos com simples toques na tela do iPhone.

Um software no iPhone monitora os batimentos cardíacos e memoriza trajetos. (Foto: Divulgação)Um software no iPhone monitora os batimentos cardíacos e memoriza trajetos. (Foto: Divulgação)
Da mesma forma que o carro Prius, a PXP foi pensada de maneira a facilitar o uso, por isso foi montada seguindo um modelo aerodinâmico. Feita totalmente de fibra de carbono, a bicicleta foi testada nos túneis de vento do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Ainda não há previsão de lançamento da PXP.

Moto elétrica Xenon é inspirada no Tron Lightcycle


A Xenon também é chamada de réplica dos Lightcycles do filme Tron.  (Foto: Divulgação)A Xenon também é chamada de réplica dos Lightcycles do filme Tron. (Foto: Divulgação)

A Evolve Motorcycles, em parceria com a Parker Brothers Choppers, apresentou no Milan International Motorcycle Show dois novos modelos de moto que, apesar do visual que mais parece futurístico, são bastante reais, e uma dedas já está, inclusive, à venda.

O maior atrativo da exposição, a Xenon, também chamada de réplica dos Lightcycles do filme Tron. Ela é uma moto com rodas de 32 polegadas, sem eixo e detalhes em OLED ao longo de seu corpo, além de contar como fonte de energia um sistema de bateria lítio-íon. O piloto que desembolsar os US$50 mil pedidos pela Xenon poderá alcançar a velocidade de 160 Km/h e autonomia de 160 Km a cada abastecimento do complexo de energia.

A Lithium será lançada por US$ 20 mil. (Foto: Divulgação)A Lithium será lançada por US$ 20 mil. (Foto: Divulgação)
A marca ainda exibiu o protótipo de uma moto igualmente usuária de bateria de lítio, mas com perfil mais urbano e discreto. Tendo o provisório nome de Lithium, ela teria como um de seus propósitos demonstrar que motos podem receber recursos elétricos e de ponta, em termos de tecnologia, sem abandonar a estética tradicional de modelos consagrados.


Com previsão de lançamento em breve, a Lithium contará com especificações que deverão agradar até mesmo o motoqueiros mais tradicionalistas: motor de 40KW (54 HP), velocidade e autonomia iguais as vistas na Xenon - 160 Km por carga e até 160 Km/h - e faróis quad LED. Sendo um modelo visualmente mais simples que a Xenon, seu preço deverá ficar bastante abaixo do cobrado em uma: US$20 mil.

Custom ROMs no Android: Sai o Android de fábrica, entra outro com a sua cara



As chamadas Custom ROMs, para smartphones com Android, amadureceram a um ponto em que sua adoção está deixando o círculo restrito dos usuários 'avançados'. Um número cada vez maior de consumidores vem se aventurando na troca do firmware original do seu aparelho por uma ROM customizada. Mas, afinal, do que se trata as Custom ROMs e por que utilizá-las?

CyanogenMod, uma das Custom ROM mais famosas do mercado (Foto: Arte)CyanogenMod, uma das Custom ROMs mais famosas do mercado (Foto: Arte)


Uma custom ROM é uma versão personalizada do Android, o sistema operacional para dispositivos móveis do Google. Há versões feitas a partir de modificações do sistema do fabricante, ou ainda as construídas do zero, com base no código fonte original do Android, fornecido pelo Google no Android Open Source Project (AOSP). Elas podem ser instaladas em smartphones e tablets, substituindo o sistema operacional original fornecido pelo fabricante.

As ROMs baseadas no código do AOSP, quando atingem um bom estado de amadurecimento, tendem a ser melhores do que as produzidas a partir dos sistemas fornecidos pelos fabricantes. Isso acontece porque nem sempre há autorização para se alterar as ROMs das fabricantes, driblando algumas proteções na base da "gambiarra", o que pode comprometer o resultado final.

Entre as custom ROMs baseadas no código oriundo do AOSP, merecem destaque o CyanogenMod e a MIUI ROM, que amadureceram tanto e passaram a oferecer suporte a um número tão expressivo de smartphones que já podem ser consideradas quase como "distribuições" do Android, assim como o Ubuntu e o Redhat o são para o Linux. É graças a ampliação do suporte e ao amadurecimento desses projetos que mais e mais usuários tem se arriscado a instalar ROMs alternativas em seus smartphones.


Samsung Galaxy S rodando o Android Ice Cream Sandwich (Foto: Reprodução)
Samsung Galaxy S rodando o Android Ice Cream

Sandwich antes do lançamento: fato só foi possivel

graças às Custom ROMs (Foto: Reprodução)
Riscos de se usar Custom Roms

Equívocos cometidos durante a instalação podem transformar o seu smartphone novinho em um belíssimo peso para papel. Ademais, nem toda Custom ROM oferece realmente vantagens sobre o firmware original fornecido pelo fabricante. A qualidade dessas ROMs alternativas varia, e é preciso não apenas conhecer os cuidados a serem tomados na instalação, mas também saber escolher uma ROM adequada para evitar futuras dores de cabeça.

Para ter um smartphone Android funcionando adequadamente com uma Custom ROM, é necessário observar a questão por dois lados. Primeiramente, existem modelos de aparelhos onde os fabricantes inserem tantas travas (nos bootloaders) para dificultar o trabalho dos desenvolvedores independentes que as ROMs tardam a serem disponibilizadas (e às vezes nunca atingem um estado de amadurecimento ideal).

Por outro lado, há de se observar o cenário onde esses trabalhos são desenvolvidos (programadores independentes, que fazem isso sem compromisso) e optar, de preferência, por uma ROM oriunda de um projeto consolidado. Nesses casos, existe uma forte comunidade dando suporte e cuidando da manutenção e das atualizações dessas ROMs, com empenho e competência impressionantes.

Nos dois exemplos mais dignos de nota, o Cyanogen Mod e a MIUI ROM possuem versões para os mais diversos modelos de smartphones do mercado, e ambos possuem regras muito claras para o desenvolvimento e para o suporte.

É possível que, em um modelo específico de smartphone, alguns usuários estejam melhor servidos com uma ROM oriunda de um projeto menor, específico para aquele modelo. Descobrir algo assim requer bastante pesquisa, experimentação e muitas tentativas, com erros e acertos. Para os “novatos”, é mais recomendável começar por uma ROM mais popular e com suporte mais consistente.


Mas afinal, quais as vantagens?

A primeira grande vantagem encontrada nessas ROMs, em relação às oferecidas pelos fabricantes, é que, via de regra, as primeiras oferecem versões mais atuais do Android. Nos casos do Cyanogen Mod 7 ou da MIUI ROM, elas entregam a versão mais atual do Gingerbread e recebem os updates menores, vindos da Google, com mais agilidade do que o próprio Nexus S (o que é incrível).

Comparativo de eficiência de desempenho: à esquerda, a ROM original, e à direita, o Cyanogem; instalado em um HTC. (Foto: Droid Connection)Comparativo de eficiência de desempenho: à esquerda, a ROM original, e à direita, o Cyanogem; instalado em um HTC. (Foto: Droid Connection)
Outra grande vantagem é que o desempenho do sistema é consideravelmente melhorado com uma dessas ROMs. Isso porque você terá no seu Android um sistema limpo, baseado no código puro fornecido pela Google, e os responsáveis pelo desenvolvimento apenas aplicam as adaptações necessárias, como os drivers do dispositivo, fazendo o sistema rodar adequadamente no aparelho. Alguns ajustes para melhorar o desempenho, frutos da experiência da comunidade, geralmente também são implementados.

Um fator importante desta etapa é a ausência de apps “impostos” por fabricantes ou operadoras. Convenhamos: tudo o que um usuário de Android precisa pode ser encontrado e instalado pelo Android Market. Os apps que estarão instalados no seu aparelho, muitos deles rodando em segundo plano e consumindo recursos do sistema, devem (ou deveriam) ser uma escolha sua, e não do fabricante, ou muito menos da operadora de telefonia celular.

As ROMs customizadas também apresentam, frequentemente, opções extras de interação com o sistema operacional - geralmente em nível de interface gráfica, o que acaba agradando. O Cyanogem Mod 7, por exemplo, mostra várias opções extras no menu de desligamento do Android, permitindo que você opte por reiniciar o aparelho, em vez de apenas desligá-lo, além de dar opções para tirar uma screenshot da tela, ou até mesmo mandar o sistema diretamente para o menu de recuperação, onde você terá acesso a opções mais avançadas de manutenção.

O Cyanogen Mod conta, também, com um sistema de implementação de temas que permite personalizar ainda mais a aparência do Android. Outro recurso interessante é o "modo incógnito", que permite navegar sem salvar o histórico. Ele está presente no Cyanogen Mod desde o Froyo, e só agora será oferecido oficialmente no Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

No caso da MIUI ROM, as alterações na interface do Android são mais profundas, tendo em vista seu design, o forte dessa ROM. Na MIUI ocorre um remodelamento de toda a interface gráfica do sistema, com mudanças consideráveis na forma de interagir com o sistema. A crítica mais frequente acusa a MIUI de deixar o Android com a cara do iOS, usado no iPhone e iPad.

O código otimizado e a ausência de um grande número de apps pré-instalados (bloatware) fazem com que as boas custom ROMs apresentem um desempenho geral superior ao do sistema original. Por outro lado, ROMs alternativas, caso sejam mal escolhidas ou mal instaladas, podem arruinar por completo a experiência de usuário com o sistema.


Interface visual do MIUI 4.0 (Foto: Divulgação)Interface visual do MIUI 4.0 (Foto: Divulgação)
Cuidados a serem tomados

A diversidade de modelos de Android e a ampla gama de opções em ROMs customizadas inviabilizam a preparação de um guia geral para esse tema. Todo e qualquer guia a ser seguido deve se referir especificamente ao modelo de celular utilizado e à ROM que se pretende instalar. Por outro lado, alguns cuidados gerais devem ser observados em qualquer caso.


Antes de qualquer coisa, você deve acessar o fórum de discussões relacionado à ROM escolhida e fazer uma boa leitura prévia, com calma. Nada de se jogar em aventuras e correr risco de arruinar o seu smartphone sem antes saber o que está fazendo e ter consciência do procedimento inteiro. Tenha certeza de que você será capaz de levar o passo-a-passo até o fim.

Além de saber instalar a ROM alternativa, é importante pesquisar o procedimento para restaurar a ROM do fabricante no aparelho. Caso algo saia errado, você desejará fazer isso e saber previamente como proceder. Além de ter os arquivos necessários em mãos, você poderá encurtar a sua agonia se tudo começar a dar problema.

Tenha em mente também que a instalação dependerá de um factory reset, que vai apagar todos os apps instalados e os dados salvos por você no celular. Procure fazer backup do que precisar ser salvo e certifique-se de que os seus contatos estão efetivamente sincronizados com a sua Google Account, para posterior restauração.

Os dados contidos em cartões SD, como fotos e músicas, não serão perdidos, mas não custa nada fazer backup. Por outro lado, em aparelhos que possuem uma memória interna, além do MicroSD removível (como é o caso do Galaxy S e do Galaxy S II), há uma recomendação para que o cartão extra seja retirado. Assim, a presença dele não trará interferências no procedimento, e também não haverá o risco de a formatá-lo por engano em alguma das etapas.


10 produtos inspirados no iPhone



Depois de lançar o iPhone 4S na primeira semana, a Apple viu o mesmo chegar a 4 milhões de vendas em três dias. Queridinho de muitos usuários de smartphone, o aparelho da Apple tem inspirado os mais diversos tipos de produtos.


Para que possamos conhecer alguns, o site Oddee fez uma lista com 10 produtos diferentes inspirados no iPhone, alguns mais úteis do que outros. A lista vai desde jogos de cama a porta-copos e uma mesa multitouch gigante. Confira a lista abaixo.

1 – Blusa com barra de slide


Blusa Slide to Unlock (Foto: Oddee)Blusa Slide to Unlock (Foto: Oddee)
A blusa em si é uma homenagem ao telefone e não um gadget, mas nem por isso deixa de ser criativa. Como estampa, o botão que fica na tela de início do iPhone, com a mensagem “slide to unlock” ou “desbloquear” como vemos em português.








2 – Porta-copos de aplicativos de iOS

Porta-copos de apps do iOS. (Foto: Oddee)Porta-copos de apps do iOS. (Foto: Oddee)
Esses porta-copos além de proteger os móveis daquele círculo que o copo com líquido deixa, vai certamente agradar fãs de iPhones e iOS em geral. São todos cópias dos aplicativos padrões das versões de iOS anterior à 5.0 (vide símbolo do iPod).

Os porta-copos foram criados pela loja de design Meninos e são feitos de placas finas enroladas em um decalque de vinil, com borracha no fundo. Os simpáticos itens vêm em pacotes com 16 por U$60.

3 – Mesa de centro decorada

Mesa de centro decorada. (Foto: Oddee)Mesa de centro decorada. (Foto: Oddee)
Além de ser uma mesa de centro decorada com a tela do iPhone, o simpático móvel ainda vem com adesivos auto-destacáveis para você “trocar” os aplicativos de lugar na decoração ou usar como porta-copos.








4 – Blocos de anotação

Blocos de anotação. (Foto: Oddee)Blocos de anotação. (Foto: Oddee)
É possível se perguntar se uma pessoa que tem ou gosta de iPhones ainda usa blocos de anotação. Mas como para fãs da Apple não há limites, eis os blocos de anotação inspirados no iPhone.

É possível comprar um pacote com três por U$18, importados da Austrália. Cada folha do bloco é uma tela de iPhone lisa de um lado e uma tela com grades de linha do outro.



5 – Brincos

Brinco de iPhone. (Foto: Oddee)Brinco de iPhone. (Foto: Oddee)
Barb Feldman, uma artista em Toronto, é a responsável por essa joia pequena que reproduz com perfeição a tela de um iPhone.










6 – Almofada decorada

Almofada de iPhone. (Foto: Oddee)Almofada de iPhone. (Foto: Oddee)
A iCushion é uma almofada produzida para parecer um iPhone gigante. Vem, inclusive, com um compartimento para encaixar seu smartphone de verdade. À venda na loja Early Shop por 19.200 won ou U$22.





7 – Cupcakes de aplicativos de iPhone
Cupcake de aplicativos de iPhone. (Foto: Oddee)Cupcake de aplicativos de iPhone. (Foto: Oddee)
Esse é para os fãs de cupcake e para fãs da Apple. Os bolinhos foram decorados para parecerem os aplicativos padrão do iOS e parecem ter sido feitos por uma fã que enviou as fotos, sem fins lucrativos.







8 – Frasco de bebida


Frasco de bebidas. (Foto: Oddee)Frasco de bebidas. (Foto: Oddee)
Embora pareça um iPhone de verdade, isso é um frasco para bebidas. O botão que seria aquele que liga e desliga é, na verdade, uma espécie de tampa.













9 – Mesa multitouch gigante

iTableus (Foto: Oddee)iTableus (Foto: Oddee)
Essa pode ser considerada uma das melhores reproduções de um gadget em forma de móvel já criadas. A riqueza de detalhes é muito grande, e vai desde a parte estética até suas funcionalidades. Botões laterais, cortes para alto-falantes, botão Home e até a faixa lateral do “Antennagate”.

Tudo foi lembrado pelo designer Benjamin Bacjmeier, para tornar a mesa uma peça única. Em forma de iPhone 4, o móvel usa uma TV de LED-LCD da Toshiba de 102 cm (ou 40 polegadas), de resolução 1920 x 1080 pixels (Full HD). A iTableous, como foi chamada, mede 1,2 metros de comprimento e levou cerca de quatro meses para ser concluída.

10 – Jogo de cama de iPod Touch

Jogo de cama de iPod Touch. (Foto: Oddee)Jogo de cama de iPod Touch. (Foto: Oddee)

Alguns vão querer demonstrar o amor pela Apple com porta-copos, outros com almofadas, outros com blusas. Para quem quiser isso até no quarto, eis um conjunto de cama que reproduz a tela do iPod Touch, com fronha e lençol. À venda por U$49 na Ellos.










Via Oddee


Smartphone Porsche Design P'9981 BlackBerry é anunciado oficialmente


Porsche Design P'9981 é o nome do BlackBerry desenhado pela Porsche Design em colaboração com a RIM, que a fabricante de telemóveis classifica como "o primeiro smartphone de luxo da marca".

Segundo a empresa, a diferença não está só no design "assinado" mas também na engenharia e performance do smartphone que assegura a integração de um processador de 1,2 GHz, Wi-Fi, câmara de 5 megapixéis (com geo-tagging) e captação de vídeo HD (720p).

BlackBerry Porsche Design P'9981

A designada "seleção exclusiva de materiais" inclui uma moldura em aço inoxidável forjado, capa traseira em couro e teclado QWERTY "esculpido", mas a personalização devida à Porsche vai para além do hardware.

Porsche Design P'9981

O equipamento apresenta um interface de utilizador exclusivo e uma aplicação de realidade aumentada da Wikitude World Browser, especialmente desenvolvida para o efeito. Inclui ainda códigos que ajudam a encontrar outros utilizadores do mesmo modelo de telefone.

Entre as restantes características a merecer destaque inclui-se o ecrã tátil capacitivo de 2,8 polegadas, com uma resolução VGA (640x480 pixéis), uma memória interna de 8 GB, que pode ser expandida com cartões microSD até 32 GB, ligação Wi-Fi e suporte a tecnologia NFC (Near Field Communications).

O modelo vem equipado com o sistema operativo BlackBerry 7, que inclui o browserde nova geração da marca, tecnologia Liquid Graphics, para uma experiência de resposta ao toque com gráficos mais rápidos e fluídos.

Porsche Design P'9981

O smartphone estará disponível em mercados selecionados até o final deste ano. Seu preço não foi revelado, mas rumores indicam que o modelo pode custar aproximadamente US$ 2.000.