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Com menos de 1 kg, Sony lança ultrabook mais leve do mundo

Em sua participação na Computex 2013, a Sony revelou aquele que é o ultrabook mais leve do mundo: o novo Vaio Pro 11 pesa 0,99 kg, tem tela de 11 polegadas e já conta com os novos processadores Haswell da Intel, desenhados para uma maior desenvoltura em termos de dispositivos móveis.
Sony Vaio PRo 11 (Foto: Divulgação)Sony Vaio PRo 11 (Foto: Divulgação)


A tela de 11 polegadas tem resolução Full HD, capacidades touch para uma melhor experiência de uso no Windows 8, Core i7, 8 GB de RAM, unidade SSD de 256 GB, interface USB 3.0 e HDMI. De acordo com a Sony, consumidores poderão adotar uma bateria fina que pode ser acoplada ao painel inferior do ultrabook. Opção que, claro, impacta no peso e na espessura do computador.

Sony Vaio Pro 11 Is Lightest Ultrabook Weighing 2.2 Pounds

O uso da tela sensível ao toque não é incidental, uma vez que a máquina roda Windows 8. No fim das contas, o compacto ultrabook da Sony tem um hardware extremamente capacitado.

Demonstrado na Computex, o novo Vaio ainda carece de informações relacionadas ao preço de lançamento e data de disponibilidade pelos mercados de interesse da empresa japonesa no mundo.

Ultrabook Vaio T13 com Windows 8 é apresentado pela Sony


Mais um produto que terá o novo sistema operacional da Microsoft foi apresentado nesta quarta-feira (10). A Sony divulgou o seu primeiro modelo de ultrabook com o tão esperadoWindows 8, o Vaio T13. O produto começa a ser vendido no dia 26 de outubro, data que a próxima plataforma Windows chega ao mercado, por valores que devem ficar entre £ 900 e £ 1,6 mil.

Novo Vaio tem tela de touch e Windows 8 (Foto: Divulgação)Novo Vaio tem tela de touch e Windows 8 (Foto: Engadget)


O novo ultrabook é uma “releitura” do T13 original com algumas modificações bem interessantes. A principal delas, é claro, é o painel de touchscreen, característica comum nos novos híbridos com Windows 8. Além disso, em seu modelo com especificações mais poderosas, ele tem processador Core i7, resolução de 1366 x 768 pixels, 256 GB de SSD e 8 GB de RAM.

Há também edições com processadores i5 ou i3 e menor quantidade de memória RAM e armazenamento de arquivos. O site Engadget testou o novo Vaio e aprovou o produto. No entanto, algumas ressalvas foram feitas. De acordo com os especialistas, o touchscreen em um aparelho como esse é “estranho” à primeira vista, apesar de as respostas serem positivas.

A tendência é de que, nas próximas semanas, diversos outros aparelhos com Windows 8 comecem a ser revelados pelas fabricantes. Afinal, o software vai ser lançado no próximo dia 26 e, a partir de então, qualquer companhia que produziu um gadget com a plataforma também vai poder dar início às vendas do mesmo.


Intel prepara os novos processadores Celeron ULV para ultrabooks


A Intel se prepara para lançar dois novos modelos da linha de processadores Celeron na categoria ULV (Ulta Low Voltage). Os novos modelos Celeron ULV 877 e 807 estão orientados ao mercado de computadores de baixo consumo e ultrabooks.

Intel prepara processadores Celeron ULV para ultrabooks (Foto: Reprodução)Intel prepara processadores Celeron ULV para ultrabooks (Foto: Reprodução)


A principal novidade dessa nova leva de processadores Celeron é que que eles serão fabricados com núcleo de 32 nanômetros, derivados da linha Sandy Bridge, de segunda geração. A linha é muito popular no segmento de computadores portáteis mais econômicos, e seus preços sugeridos devem levar essa competitividade ao mercado dos ultrabooks. O processador Celeron ULV 877 terá preço sugerido de US$ 86, enquanto o modelo Celeron ULV 807 deve custar US$ 70.

Com esses novos processadores, a Intel deve oferecer modelos de ultrabooks com preços significativamente mais baixos que os atuais, mas com menor desempenho. Devemos levar em conta que os atuais processadores Core i5 e i7 de segunda geração, utilizados nos modelos atuais, contam com preços que oscilam entre US$ 200 e US$ 350. Ter um corte significativo no preço final, mas mantendo os atributos que definem esta série de computadores (baixa espessura, materiais de maior qualidade, etc), parece ser uma forma de responder à fria receptividade do consumidor em relação aos ultrabooks.

Por outro lado, esta pode ser uma aposta de risco para a Intel. Dependendo do valor a ser cobrado por esses novos modelos, não faz sentido para o consumidor pagar um pouco a menos por um portátil que será bem menos potente. Mas para uma grande parcela de mercado, que usa o computador para tarefas muito simples, e que ainda persistem na proposta dos netbooks, os futuros “ultrabooks econômicos” podem ser uma alternativa mais interessante.

Muitos usuários se negam a pagar os valores sugeridos pelos ultrabooks (nos Estados Unidos, entre US$ 800 e US$ 1.200; no Brasil, entre R$ 2.399,00 e R$ 4.999,00). Com os novos processadores Celeron ULV, a previsão da Intel é que o preço final do portátil seja reduzido em até US$ 500, um valor bem razoável para a quantidade de modelos lançados no mercado.

Outro objetivo da Intel é se preparar para responder ao futuro lançamento dos novos processadores AMD Trinity, que também podem estar presentes em portáteis leves, finos e de alto rendimento, e com um valor final bem mais barato que os equipamentos com chips Intel.


Micron desenvolve primeiros módulos de memória DDR4


Os novos módulos de memória DDR4 devem chegar às lojas até o fim do ano. A fabricante norte-americana de semicondutores anunciou nesta terça-feira (8) o primeiro módulo de memória DDR4 totalmente funcional. A tecnologia substituirá os atuais módulos DDR3, mas inicialmente estarão disponíveis apenas para o mercado corporativo.
Memória DDR4 (Foto: Reprodução)Memória DDR4 (Foto: Reprodução)
De acordo com a Micron, os tablets e notebooks ultrafinos serão os maiores beneficiados pelas memórias RAM DDR4, já que o desempenho será maior e o consumo de energia elétrica será menor. Os novos módulos funcionam com tensão de apenas 1,2 V, contra 1,5 V do DDR3. A produção em massa dos componentes começará no último trimestre de 2012, alguns meses após a liberação das especificações oficiais pela JEDEC, o conselho responsável por padronizar tecnologias de semicondutores.

O primeiro módulo possui apenas uma versão de 4 GB, mas a Micron planeja fabricar futuramente memórias com capacidades de 8 GB e 16 GB. Desenvolvido em conjunto com a taiwanesa Nanya, o produto pode realizar até 3,2 bilhões de operações de transferências por segundo, com frequências começando a partir de 2133 MHz.

Nos computadores domésticos, o DDR4 deve se popularizar apenas em 2014, data prevista para o lançamento dos processadores Intel Haswell-Ex, os primeiros da fabricante de Santa Clara com suporte a nova tecnologia.

Intel mostra como devem ser os próximos ultrabooks


Ultrabooks para a Intel (Foto: Divulgação)Ultrabooks para a Intel (Foto: Divulgação)
O site CNET encontrou nessa segunda-feira (16) um documento publicado no site da Intel que mostra o que a empresa tem em mente para os próximos ultrabooks. Os arquivos são diretrizes para as fabricantes de computadores que elas devem seguir se quiserem manter seus aparelhos abaixo da espessura recomendada pela Intel para que um computador seja encaixado nesta categoria.

A empresa estima, por exemplo, que um modelo de ultrabook que almeje chegar nos 15mm de espessura não pode ter um conector VGA ou um HD de 2,5 polegadas padrão. Ele deve se limitar a um conector no formato Thunderbolt (que é um padrão da Intel e já é adotado em aparelhos da Apple) para vídeo e para armazenamento em disco de estado sólido (SSD).

Especificações (Foto: Divulgação)Especificações (Foto: Divulgação)
A segunda das tabelas de recomendações mostra um dos itens óbvios: a ausência de drive óptico. Mas também mostra que para aparelhos de menos de 15 milímetros, o uso de uma bateria de polímero de lítio é recomendando, bem como uma solução de resfriamento com uma ventoinha de menos de 5 milímetros.

Apesar das especificações limitadas, já existem alguns ultrabooks no mercado que atendem em parte, esses itens. Portanto não é uma atitude nova da Intel. Mas ao menos indica que a empresa está fechando o cerco nas fabricantes e, com isso, criando computadores portáteis que podem realmente fazer algum sucesso no mercado.

Via CNET

O que muda nos notebooks depois da CES 2012?


A CES 2012 trouxe muita novidade na tecnologia. Mas uma das tendências mais interessantes que a feira apontou foi a consolidação de um novo formato para o velho notebook. A ideia dos ultrabooks, da qual a Intel é a responsável e grande patrocinadora, inclusive financeiramente, veio para ficar e dar vida nova ao mercado de PCs portáteis.

O que é um ultrabook?
Ultrabook da Lenovo (Foto: Divulgação)Ultrabook da Lenovo (Foto: Divulgação)
Em resumo, um notebook, mas com três grandes diferenciais em relação aos produtos anteriores deste nicho: pouco peso, bateria com mais fôlego e hardware potente. Até então, o consumidor tinha duas escolhas em termos de notebooks. Os ultra-portáteis com hardware raquítico, simbolizados pelos netbooks; e aqueles com desempenho bem superior, mas nada portáteis e com baterias que raramente sobrevivem a duas horas de uso.

Há demanda por ultrabooks?

Ela existe e a Intel identificou isso por observar o crescimento de vendas dos laptops da Apple. A linha de MacBook, mesmo os leves Air, aposta em oferecer o melhor hardware possível, portabilidade e boa experiência em termos de sistema operacional. A ideia do ultrabook é posicionar esta nova forma de encarar os PCs móveis como francos concorrentes dos MacBooks.

Então há mercado. Ao ponto de que a Intel, que serve os MacBooks com seus processadores, criar um fundo de US$ 300 milhões para incentivar o desenvolvimento de novos modelos pelos fabricantes parceiros da ideia.

Até que ponto o mercado de ultrabooks irá redefinir os PCs é algo ainda incerto. Mas pode ter certeza de que o notebook convencional, pesado, grande e não tão eficiente assim está próximo de ser substituído definitivamente pelos ultrabooks. O que é algo excelente para o consumidor.

Custo x Benefício
Acer Aspire S5 (Foto: Reprodução)
Qualquer consumidor interessado em adquirir um computador estará sempre interessado em adquirir o melhor sistema e o melhor hardware que puder pagar. E se a ideia é que os ultrabooks sejam tão populares, um bom começo para garantir uma boa entrada dos diversos modelos no mercado é ter certeza de que os preços são competitivos.

A meta da Intel é estabelecer um teto de US$ 1000 dólares a unidade. Este valor é mais do que tudo simbólico. A ideia é que o fabricante consiga desenvolver um bom produto na faixa de US$ 800. Isso ainda não foi possível com a primeira geração de ultrabooks, mas lançamentos previstos para 2012 da Acer, Lenovo, HP e Dell ficarão perto deste valor. Para isso, contam com a ajuda da Intel, que se compromete a subsidiar até US$ 100 por unidade.

Então pense: você precisa de um computador portátil. Pode comprar um netbook bem barato, mas de capacidades limitadas. Pode comprar um notebook maior e parrudo, mas que você não terá conforto em carregar por todo canto. Pode também investir mais dinheiro e apostar nos produtos da Apple. Ou por menos, pode unir tudo que precisa no ultrabook.

Ultrabooks para ficar de olho

A Acer chamou bastante atenção com o Aspire S5, o mais fino do mundo. Ele tem apenas 15 mm no ponto onde é mais espesso. Outros modelos interessantes são o Dell XPS 13 e o HP Spectre. Todos com lançamento agendado para os próximos meses.

Além do S5, a Acer prepara a série Timeline, com modelos que oferece como principal destaque a duração da bateria que pode alcançar 8 horas. Outros fabricantes, como Samsung, Toshiba e LG demonstraram seus modelos.

Outros rumos do mercado de notebooks

yogaLenovo ThinkPad Yoga (Foto: Divulgação)
Os ultrabooks são a grande tendência, mas os fabricantes também mostraram outras apostas. Algo comum é a adoção de um formato híbrido de computador com tablet, fazendo uso das capacidades multiplataforma do Windows 8.

Com a nova interface Metro do sistema operacional da Microsoft será confortável digitar num teclado físico e interagir com uma tela touch. A ideia é oferecer as duas experiências em um único portátil. Um fabricante que se mostrou especialmente confortável com este conceito foi a Lenovo, que apresentou o IdeaPad Yoga: uma mistura de ultrabook com tablet.

Ultrabook é um termo que define um tipo de notebook, assim como netbook. Mas está tão fortemente ligado à Intel que a sua grande concorrente, a AMD, criou um nome diferente para os notebooks ultraportáteis com seus processadores: os ultrafinos. Estima-se que ao longo do segundo semestre os ultrafinos da AMD surgirão no mercado apostando nos chips Fusion.

ARM pode aparecer nos produtos mais baratos

O Windows 8 terá versões para processadores construídos no design da ARM Holdings. Ainda há muita incerteza sobre o desempenho destes processadores em aplicações mais pesadas e até mesmo na disponibilidade de softwares compatíveis com a plataforma.

Esta incerteza tende a fazer chips ARM comuns em notebooks de entrada, ou seja, com preço mais baixo. Chips ARM são famosos pelo baixo consumo de energia e versatilidade. São dois argumentos que certamente serão usados para acelerar as vendas dos dispositivos que usarem os processadores da arquitetura ARM.