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Veja o início de grandes sites da Internet

O site Mashable resolveu vasculhar o confins da internet para mostrar as versões inicias de algumas das "homes" das páginas mais populares da web. Seja pelo sentimento nostálgico, ou pela curiosidade histórica, vale a pena conferir os simples e funcionais designs dos sites que hoje possuem uma grande gama de recursos.

Google

Primeira versão do Google (Foto: Reprodução Mashable)


A gigante de buscas na internet não mudou muito a aparência da página do seu serviço. Em compensação, eles adicionaram várias funcionalidades e recursos ao longo dos anos. Sergey Brin e Larry Page lançaram oficialmente a ferramenta de busca em 04 de setembro de 1998, e sua interface era tão simples porque, na época, Brin e Page não conheciam a fundo a linguagem HTML, e só queriam um design que fosse limpo e rápido para o buscador.

YouTube

Primeira versão do Youtube, da época em que ainda nem era do Google (Foto: Reprodução Mashable)


Lançado em 2005, o YouTube tinha uma interface vazia, e sem nenhum vídeo em destaque na página oficial. O primeiro vídeo publicado no serviço foi do seu fundador, Jarwid Karim, e recebe o nome de “Me at the Zoo”. O vídeo tem 19 segundos de duração, e mostra Karim diante de elefantes, no zoológico de San Diego.

Facebook

Primeira versão do Facebook, ou do ainda "The Facebook". (Foto: Reprodução Mashable)


O Facebook (ou “The Facebook”) foi lançado por Mark Zuckerberg em fevereiro de 2004. E, tal como sua interface original indica, o site estava apenas disponível para os estudantes da Universidade de Harvard no seu lançamento. Hoje, mais de 800 milhões de usuários ao redor do planeta usam a rede social. Destaque para a foto de Al Pacino digitalmente manipulada no canto superior esquerdo do layout.

Yahoo
Primeira versão do Yahoo! (Foto: Reprodução Mashable)


Yahoo é o acrônimo para “Yet Another Hierarchical Officious Oracle” (ou “mais um oráculo hierárquico oficioso”, em uma tradução livre). O site é mais um produto de estudantes de Stanford, Jerry Yang e David Filo, e foi lançado em março de 1995. Se destacava por ser a primeira grande ferramenta de pesquisa online a receber destaque, com uma interface que contava com uma simples barra de busca e links para outros sites. Hoje, é conhecido como um grande site de notícias.

Amazon

Primeira versão da home da Amazon.com (Foto: Reprodução Mashable)

A maior loja de e-commerce do mundo nasceu em 1995. Recebeu esse nome depois do vendedor de livros online (e criador do site) Jeff Bezos visitar o rio Amazonas. O site original contava po pequenos textos e ícones, elementos que remetem ao design que temos até hoje no site.

Twitter
Primeira versão da home do "Twitter" (Foto: Reprodução Mashable)


Jack Dorsey lançou o Twitter em julho de 2006. Na época, o serviço se chamava “Twttr”, nome esse inspirado no Flickr, e nos códigos de serviços de SMS dos Estados Unidos, que sempre contavam com 5 caracteres. A interface de sua página mudou pelo menos seis vezes nos últimos cinco anos, e o serviço conta com, pelo menos, mais de 100 milhões de usuários.

NYTimes

Primeira versão do New York Times (Foto: Reprodução Mashable)

A versão impressa do New York Times estreou em 1851, e o seu site, em 1996. Como você pode ver, a interface apresentava uma pequena versão digital do modelo impresso, com apenas uma foto, muito diferente do design atual, cheio de imagens e elementos interativos.

MySpace

Primeira versão da entrada do MySpace (Foto: Reprodução Mashable)

Lançado em agosto de 2003, O design original do MySpace era bem simples, para competir com o Friendster. Porém, quando a popularidade do MySpace subiu entre 2005 e 2008, a News Corp. comprou a rede social, por US$ 580 milhões, adicionando diversos recursos e elementos ao site. O tempo passou, e de mais visitado site da internet, o MySpace sucumbiu para o status de “rede social esquecida”. O site foi recentemente vendido para a Specific Media, em parceria com o cantor e ator Justin Timberlake, por US$ 35 milhões.

Mashable

 
Primeira versão do Mashable (Foto: Reprodução Mashable)


Quando lançado em julho de 2005, o Mashable era um mix de blog de notícias de tecnologia e rede social. Criado por Pete Cashmore, o blog se transformou em um site, que hoje conta com uma grande equipe de redatores, que trabalham em dois escritórios em Nova York e San Francisco, sendo uma das referências em notícias de tecnologia na web.

Xperia Nozomi será o primeiro dual-core da Sony Ericsson

"Nozomi" é, até agora, o codinome usado para definir o novo projeto de smartphone da Sony Ericsson, seu primeiro dual-core. Com disposição para competir no mercado privilegiado de smartphones top de linha, o futuro lançamento terá configuração parruda, como uma câmera de 12 megapixels, capaz de gravar em Full HD.


XperiaSony Ericsson Xperia Nozomi (Foto: GSMArena)
Este nome, diferentemente do design do aparelho, ainda deve ser alterado até o lançamento. A configuração também deve permanecer: processador dual-core Snapdragon de 1.5GHz e uma GPU dedicada, a Adreno 220, que deve transformar o celular num campeão de bilheteria quando o assunto for jogos. Sobre a memória RAM, não há nada definido, mas as demais características de hardware exigem, no mínimo, 1 GB. De olho na possibilidade de compartilhar conteúdo em Full HD com seu televisor, o celular oferece uma porta HDMI.

As fotos permitem adivinhar que o novo Xperia não terá suporte a cartões microSD, confinando as opções de armazenamento a dois modelos: 16 e 32 GB. Além disso, o Nozomi parece ter bateria fixa, como a do iPhone, o que é bastante incomum para um dispositivo Android – que, aliás, nas fotos divulgadas, é o Gingerbread.

O Nozomi ainda não tem previsão de lançamento definida.

Trio Fam - A Caminho Do Txova



Há muito que não faço posts de músicas no meu Blog, mas porque este álbum mereceu a minha especial atenção aqui está para vocês, álbum A Caminho Do Txova da Trio Fam!!!
O álbum está muito bom, e espero que gostem também.

LG Optimus Black P970 é top de linha, com economia


Depois de lançar aparelhos mais simples com o Android embarcado, a LG preparou o terreno para o Optimus 3D e lançou o smartphone LG Optimus Black P970, um possível concorrente ao Samsung Galaxy S II e ao Motorola Atrix, com tecnologia de tela Nova Display e uma espessura bem fina.
Design
Nada impressiona muito no Black. Ele é bem fino, com 9,2 milímetros de espessura, mas não tanto quanto o Galaxy S II. Seu design é sóbrio, elegante, com a frente coberta toda por vidro e a traseira de plástico preto fosco, trazendo uma pequena impressão da marca de um lado e o logotipo da Google e a câmera do outro. Uma pequena saída de som também é visível.
LG Optimus Black P970, um display simples e discreto (Foto: Stella Dauer)LG Optimus Black P970, um display simples e discreto (Foto: Stella Dauer)
O legal do P970 é que ele vem com mais duas capinhas (uma rosa brilhante e cintilante e uma branca, semelhante), caso você não aprecie o visual preto dele. Ele é leve, pesa apenas 113 gramas, e possui poucos detalhes na carcaça. Em cima, ficam a entrada padrão para fones, conexão microUSB protegida por uma tampinha deslizante e o botão de energia.
Além desse, só vemos botões na lateral esquerda, de volume, e o “G”, do qual vamos falar abaixo. Na frente, todos os quatro botões padrões do Android são de toque e ficam apagados quando o telefone está em repouso. Embaixo, só há o microfone.
Tela
A tela multitoque do P970 é bem confortável. São 4 polegadas e 16 milhões de cores em uma definição de 480 x 800 pixels, com as tecnologias Gorilla Glass e IPS LCD, que visa melhorar a leitura mesmo em ângulos complicados. Ela é brilhante e com boa definição, e praticamente não se vê os pixels.
Comparação entre a tela do Nexus S e a tela NOVA display, do LG optimus Black P970 (Foto: Stella Dauer)Comparação entre a tela do Nexus S e a tela NOVA display, do LG optimus Black P970 (Foto: Stella Dauer)
Nela, temos o lançamento da LG: a nova tecnologia NOVA display, que chega para competir com o Super AMOLED Plus do Samsung Galaxy S II, e com o Retina Display do iPhone 4. Ela é realmente mais brilhante do que as telas anteriores da empresa, mas ainda não bate suas concorrentes.
A tela se sai muito bem em brilho e também em economiza energia, mas ainda não possui as cores e a mesma capacidade de leitura que as outras. Já é um começo para a LG, mas ainda será preciso mais empenho.
Sistema operacional e usabilidade
O Android embarcado nesse smartphone é a versão Froyo 2.2.2. Por que a LG não aproveitou e colocou a 2.3? Isso traria mais desempenho para o Black. No exterior, já está disponível o upgrade.
No quesito sensor, ele está bem munido. Possui acelerômetro, sensor de proximidade, compasso e controles sensíveis ao toque, como veremos mais abaixo.
A interface é a Optimus UI 2.0 da LG, que mexe bastante no visual original do Android, mas também traz algumas espertezas que o deixam mais prático. Uma das melhores coisas é a organização da área de aplicativos, que pode ser personalizada. São várias categorias pré criadas, mas ela também pode ser criada pelo usuário. Isso facilita muito na hora de dividir os jogos, multimídia, utilidades e outros. De qualquer forma, também é possível manter a organização tradicional por páginas e por ordem alfabética. Assim como nos outros aparelhos da LG, é possível trocar a fonte da interface, dentre 7 opções.
Traseira discreta e sóbria (Foto: Stella Dauer)Traseira discreta e sóbria (Foto: Stella Dauer)
Outras coisas destacam a interface. Para visualizar todas as homes disponíveis – 7 ao total – basta realizar o pinch-to-zoom, o 'beliscão' na tela. A área de notificação é completa e traz os widgets de controle padrão do Android, e também de controle das músicas. Virar o telefone com a tela para baixo desliga alarmes, silencia ligações e pausa vídeos. Bater delicadamente na lateral do P970 faz com que ele passe à próxima foto, e mexe no cursor do campo de texto.
Há também o botão “G”, localizado na lateral. Com ele apertado você navega entre as homes, dá zoom e passeia por uma página via movimento, no navegador. O mesmo “passeio” pode ser feito na galeria de fotos. Se o telefone estiver travado, basta ligar a tela, pressionar o botão “G” e chacoalhar o aparelho. Isso fará com que o P970 seja levado direto à câmera. Esse mesmo chacoalhar junto com o botão pode atender e encerrar ligações, entre outras coisas.
O teclado de toque é confortável, possui resposta háptica e ocasiona poucos erros de digitação, principalmente quando segurado com as duas mãos. Na horizontal, as teclas ficam espaçadas, tornando a tarefa de se digitar no smartphone ainda melhor de ser feita.
Hardware e processamento
Há um processador poderoso nele. Um Cortex-A8 TI OMAP 3630 chipset de 1GHz roda no Black, mas infelizmente ele só possui um núcleo (aparelhos concorrentes já são dual-core). A memória RAM é de 512MB, normal para um aparelho assim. Poderia ser 1GB, mas seria pedir demais.
Em nossos testes, utilizando o aplicativo gratuito de benchmark Quadrant Standard, ele ficou acima apenas do Galaxy S, modelo antigo da Samsung. No uso geral, nenhuma dessas características atrapalhou o funcionamento do aparelho, e todas as tarefas normais puderam ser realizadas satisfatoriamente, como checagem de emails e jogos mais simples. Até os mais pesados, como Asphalt, rodaram sem engasgos. E, para deixar todos felizes, o Black tem suporte a Flash.
Não é fino como o Galaxy S II, mas ainda é bonito (Foto: Stella Dauer)Não é fino como o Galaxy S II, mas ainda é bonito (Foto: Stella Dauer)
Em matéria de conexões, como todo Android, ele vem completo. Tem Wi-Fi 802.11 b/g/n, GPS com suporte A-GPS, Bluetooth v2.1 com A2DP e EDR – além de transmitir dados, se conecta a periféricos –, DLNA e capacidade de atuar como hotspot Wi-Fi. Ele é 3G e quad band.
Nele também há a tecnologia Wi-Fi Direct, que começará a pipocar nos próximos bons smartphones (já está presente no Galaxy S II). Essa tecnologia permite que um dispositivo se conecte a outro sem precisar de um hotspot Wi-Fi. Com ela é possível obter uma conexão 20 vezes mais veloz do que a do Bluetooth, e só é preciso um aparelho com a tecnologia para se conectar até oito dispositivos.
Câmera
A LG colocou uma boa câmera, mas não muito caprichada. Seu sensor é de 5 megapixels e ela possui autofoco e flash de LED. Não há botão exclusivo para foto, mas tudo tem que ser feito pela tela. A interface é bonitinha, mas poucas funções úteis ficam de fácil acesso. Se o zoom pode ser feito pelo botão de volume, por que um botão para ele na interface? Para escolher foco, modos de cena e efeitos de cor é preciso recorrer às configurações.
A câmera tem diversos efeitos de cor, como Sépia, Preto e Branco, Negativo, Vívido, Sépia negativo, Azul, Relevo e Solar, além de possuir geolocalização e detecção de sorrisos. Uma vantagem é sua câmera frontal, que tem qualidade de 2 megapixels (geralmente o que encontramos em outros aparelhos é VGA). Isso melhora possíveis fotos e ligações por vídeo. Uma função chamada Modo de Disparo oferece coisas como panorama, desfoque e disparo contínuo.
Proteção plástica para conexão microUSB (Foto: Stella Dauer)Proteção plástica para conexão microUSB (Foto: Stella Dauer)
As fotos são razoáveis. Geralmente ficam boas com bastante luz e perdem um pouco de qualidade com menos iluminação, contando com cores bem equilibradas. Entretanto, este não é um smartphone para amantes de fotografia.
Na hora de gravação de vídeo, um pouco de confusão: apesar de vir com a ótima função de foco durante o vídeo e de ter gravação de áudio interessantes, algo fica errado na reprodução. Ele faz vídeos em HD simples (720p) em formato 3GP, mas quando passado para o computador, ele sai totalmente do formato widescreen 16:9, e fica muito mais esticado.
Acessórios
Além do celular, juntamente com sua bateria e cartão, encontramos um cabo USB, que também serve para o carregador de tomada. Também há as duas capinhas extras, fones de ouvido com botão para atender chamadas e manuais. Tudo em uma caixa compacta, bem pequena para um smartphone.
Acessórios da caixa: fones brancos e três capinhas (Foto: Reprodução)Acessórios da caixa: fones brancos e três capinhas (Foto: Reprodução)
Aplicativos
Entre os aplicativos disponíveis está a suíte Polaris Office, que possui capacidade de visualização e de edição. A LG também já embute no aparelho apps para o Facebook, MySpace e Twitter.
Há os apps padrões, como Google Search, Maps, Gmail, YouTube, Google Talk, contatos, mensagens, calendário e outros. Gravador de voz, alarme e modo carro também.
Há ainda alguns apps específicos, como o RemoteCall, capaz de controlar o aparelho à distância, e também notas, notícias, finanças e o LG World, um atalho para os aplicativos da empresa. Os widgets são bem variados e, apesar de grandes, úteis.
Música e mídia
Ele vem com rádio FM estéreo com a tecnologia RDS, que traz informações sobre a estação, música e artista, etc. O rádio funciona com o áudio externo, mas precisa dos fones como antena. O tocador é o mesmo de sempre, mas parece que a LG aparou algumas pontas. Pequenas melhoras na interface o deixam bem melhor do que a versão original do Android.
O áudio externo dele é ruim. Não que se espere algo ótimo de um smartphone, mas a pequena saída de áudio na lateral foi mal pensada, e ele fica parecendo um radinho de pilha sem o menor ajuste. O tocador possui equalizador com mais de 10 opções diferentes, mas a que ficou menos pior foi a Dolby Mobile. Os fones de ouvido intra-auriculares que acompanham o Black são muito bons, embora ligeiramente abafados. Mesmo assim, têm um bom estéreo e volume bem alto.
O LG Optimus Black roda uma série de formatos de vídeos nativamente. Seja o 3GP, MP4 e também WMV e AVI utilizando DivX e XviD. Ele passou vídeos em 720p (HD simples) de forma suave, mas por causa de seu processador de apenas um núcleo, não roda vídeos em Full-HD (1080p). Também por causa disso, ele não possui qualquer conexão HDMI.
Bateria e armazenamento
Uma boa vantagem que o P970 possui é a sua duração da sua bateria. Graças à tecnologia do display NOVA, esse aparelho consegue ficar ligado muito mais tempo longe da tomada do que o normal para aparelhos Android. Em nossos testes, com 3G e Wi-Fi ligado o dia inteiro, a bateria durou praticamente 12 horas. Um ótimo rendimento.
A tela NOVA Display economiza bateria (Foto: Stella Dauer)A tela NOVA Display economiza bateria (Foto: Stella Dauer)
O armazenamento dele não é lá aquelas coisas, mas é suficiente. Ele vem com 2GB de memória interna - bem longe dos 8GB que são disponíveis em outros aparelhos, mas nada muito pequeno -, das quais apenas um giga está disponível para o usuário. Como a LG envia junto um cartão microSD de 4GB, fica tudo bem. Aliás, ele aceita cartões de até 32GB.

Informações
Tela:4 polegadas
Resolução de tela:480 x 800 pixels
Sistema operacional: Android 2.2.2 Froyo
Rede:GSM/EDGE/3G
Armazenamento:2GB internos + microSD de 4GB
Câmera:5 megapixels
Flash:sim
Conectividade:WiFi n/b/g / GPS com A-GPS / Bluetooth 2.1
Sincroniza com PC:sim
Dimensões:122 x 64 x 9,2 mm
Peso:113g
Autonomia de bateria:Até 375h em stand-by / Até 6h em conversação
Itens inclusos:aparelho, bateria, cabo USB, carregador, duas capinhas extras, fones de ouvido e manuais