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10 coisas que você talvez não saiba sobre Steve Jobs


A essa altura, todo o mundo (literalmente) já deve estar sabendo da morte do fundador daApple, Steve Jobs, que aconteceu na noite de quarta-feira (5). Porém, além dos badalados assuntos que estão correndo a internet neste momento, existem muitas curiosidades sobre Jobs que muita gente talvez não saiba.
Steve Jobs sorrindo (Foto: Reprodução)Steve Jobs sorrindo (Foto: Reprodução)
Em forma de homenagem e para ajudar os fãs a conhecerem um pouco mais sobre o seu eterno ídolo - suas manias, história, preferências e hábitos - o TechTudo criou um lista de 10 curiosidades sobre Steve Jobs. Confira abaixo:
1- Steve Jobs era "Zen Budista"
Steve Jobs em pose de prece (Foto: Reprodução)Steve Jobs em pose de prece (Foto: Reprodução)
Quando jovem, Steve Jobs converteu-se ao Budismo e chegou a pensar em se dedicar totalmente à filosofia, abrindo mão dos negócios e vivendo como monge em um monastério do Japão. Para a felicidade de todos nós, Jobs foi dissuadido da ideia e retornou aos Estados Unidos, onde deu sequência ao seu trabalho como empresário e gênio.
2 - Em seu guarda-roupas, Jobs tinha mais de 100 modelos de calças jeans azuis
Roupa clássica de Steve Jobs (Foto: Arte/TechTudo)Roupa clássica de Steve Jobs (Foto: Arte/TechTudo)
Apesar de muitos brincarem com o fato de Jobs só possuir um conjunto de roupas - a famosa camisa preta e a calça jeans azul da Levis - o empresário, na verdade, tinha uma guarda-roupa bem recheado, ainda que de peças iguais.
Logo do Pages (Foto: Reprodução)Logo do Pages (Foto: Reprodução)
3 - Caligrafia era uma das paixões de Steve Jobs
Como havia largado a faculdade que cursava, Steve Jobs decidiu assistir a aulas de caligrafia que eram oferecidas pela universidade. Na época, eram espalhados posters e etiquetas por todo o campus escritos com uma bela caligrafia. Steve aprendeu sobre fontes com serifa e sem serifa, e sobre como variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras.
Mesmo que aparentemente nada disso tivesse muita utilidade, Jobs aplicou o conhecimento adquirido nas aulas ao criar oprimeiro computador Macintosh. Esse foi o primeiro computador com uma tipografia bonita, fontes múltiplas e proporcionalmente espaçadas. Provavelmente, se Steve Jobs nunca tivesse frequentado essas aulas, nenhum computador teria uma tipografia maravilhosa como hoje.
4 - Jobs foi deixado para adoção por sua mãe biológica
Filho biológico dos então estudantes universitários Joanne Simpson e Abdulfattah Jandali, Jobs foi entregue para adoção ao já falecido casal Paul e Clara Jobs, que assumiu o compromisso de enviá-lo à universidade. A promessa chegou a ser cumprida, mas Steve resolveu largar a Universidade de Reed após 6 meses.
5 - Em sua visita à Índia, Steve Jobs experimentou LSD
Logo da Apple de 1976 a 1998 (Foto: Divulgação)Logo da Apple de 1976 a 1998 (Foto: Divulgação)
A viagem à Índia parece ter mexido mesmo com Steve Jobs. Além de ter se dedicado ao Budismo, o fundador da Apple também aproveitou a ocasião para experimentar o LSD, uma substância altamente alucinógena. Jobs parece ter gostado da experiência e chegou a afirmar sobre os psicodélicos: "uma das duas ou três coisas mais importantes que eu já fiz em minha vida."
6 - Steve Jobs trabalhou na Atari em 1974
Atari Super Breakout (Foto: Reprodução)Atari Super Breakout (Foto: Reprodução)
Em 1974, Steve Jobs começou a trabalhar na Atari com o objetivo de juntar dinheiro para fazer seu retiro espiritual na Índia. Ao voltar de sua viagem, Jobs retornou ao seu emprego na produtora de games e ajudou a desenvolver o jogo Breakout.
7 - O salário oficial de Steve Jobs era um dos mais baixos do mundo
Apesar do sálario de Steve Jobs na Apple ser de apenas US$1 por ano, ele possui 5,5 milhões de ações, que valem cerca de 1,8 bilhões de dólares, cada. Mesmo assim, ele está no Livro dos Recordes como o CEO que tem o salário mais baixo do mundo.
8 - Steve Jobs não gostava de dar dinheiro para caridade
Steve Jobs nunca foi muito fã de doações para caridade - talvez para compensar o seu "baixo salário". Porém, quando assumiu o cargo de CEO da Apple, Jobs parou de vez com todos os programas filantrópicos, sob a alegação de que deveriam esperar até a empresa se tornar lucrativa.
Mais tarde, porém, essa mostrou-se ser apenas uma desculpa para não fazer doações, já que a Apple tornou-se uma das empresas mais valiosas do mundo e "caridade" continuou sendo um assunto não muito interessante.
Steve Jobs com orelha de Mickey (Foto: Reprodução)Steve Jobs com orelha de Mickey (Foto: Reprodução)
9 - Com 7% das ações, Steve Jobs é o maior acionista da Disney
Jobs hoje é o maior acionista da Disney, com 7% das ações da empresa  em sua propriedade.
Em 1986, ele comprou a The Graphics Group por 5 milhões de dólares, mudou seu nome para Pixar, e deu mais 5 milhões de dólares para que a empresa fizesse experiências com animação.
Em 1995, a recém comprada empresa obteve grande sucesso com o filme Toy Story, produzido em parceria com a Disney. 11 anos depois, a Disney comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares e Jobs passou a ser o maior acionista individual da empresa.
10 - A Mercedes SL 55 AMG de Steve Jobs andava sem placa há mais de 2 anos
Mercedes Benz de Steve Jobs estacionada... sem placa! (Foto: Reprodução)Mercedes Benz de Steve Jobs estacionada... sem placa! (Foto: Reprodução)
Talvez este seja um dos fatos mais curiosos dessa lista. Por algum motivo desconhecido, Steve Jobs simplesmente não gostava da placa do seu carro. Devido a essa quase implicância, ele costuma ser visto frequentemente em sua Mercedes Benz SL 55 AMG sem as placas dianteira e traseira - aparentemente,  a multa de $250 cobrada na Califórnia por esse tipo de infração parecia não incomodar muito o empresário.

Morre Steve Jobs nos EUA


Foi confirmado nesta quarta-feira (5), nos EUA, que o empresário Steve Jobs faleceu com 56 anos. Ele havia renunciado ao cargo de CEO da Apple no dia 24 de agosto. A informação foi confirmada pela Apple e pode ser vista acessando www.apple.com. Entenda a tragetória do fundador da Apple.
Steve Jobs - 1955 - 2011 (Foto: Divulgação)Steve Jobs - 1955 - 2011 (Foto: Divulgação)
Steve Jobs fundou a Apple em 1 de abril de 1976, junto com Steve Wozniak e Ronald Wayne. Em 1985, foi afastado pelo conselho de diretores da empresa. No ano seguinte, criou outra empresa do ramo de tecnologia, a NeXT.
Em 1996, voltou à Apple após 11 anos de afastamento para salvar a empresa do buraco. Em 1998, Steve ajudou no desenvolvimento do primeiro iMac tudo-em-um da empresa. Aquele que foi vendido em diversas cores chamativas, e influenciou a "moda" dos gadgets da época.
De lá para cá, Steve foi figura determinante para o grande crescimento da empresa e participou ativamente da criação de grandes sucessos da Apple nos últimos anos, como iPod (2001), iTunes (2003), iPhone (2007) e o iPad (2010). Todos esses sucessos de venda fizeram com que a Apple se tornasse a maior empresa do mundo em capitalização de mercado, com US$ 339,4 bilhões em valor total de suas ações.
Restaurar o iPod faz parte do conjunto de solução de problemas sugeridos pela Apple (Foto: Divulgação)O iPod foi uma das grandes inovaç˜ies (Foto: Divulgação)
Problemas com a saúde
Em agosto de 2004, Steve Jobs se submeteu a uma cirurgia para retirada de tumor maligno no pâncreas, e de lá para cá, o empresário teve que se afastar duas vezes do cargo por licenças médicas, em 2009 e janeiro de 2011.
Devido a sua saúde já bem debilitada, no último dia 24 de agosto, Jobs renunciou ao cargo de CEO da Apple, para o vice Tim Cook assumir no seu lugar. Nenhuma notícia sobre seu estado de saude chegou a ser transmitida ontem, dia 4, durante o lançamento do iPhone 4S.

Superiate conceitual foi desenhado para reis


O Sovereign certamente é um dos conceitos mais caros a passar aqui pelo Meu Blog. Iates, por si só, já são peças para poucos. Este projeto, no entanto, alia o que há de mais moderno e exclusivo para atender aos anseios de multimilionários.
Sovereign (Foto: Divulgação)Sovereign (Foto: Divulgação)


Manter um gigante desses funcionando custa caro. Embora dinheiro não deva ser problema para os seus compradores, os responsáveis pelo projeto elaboraram formas de tornar o Sovereign mais, digamos, autosustentável. Foram aplicadas alternativas para produção de energia que prometem diminuir o impacto ambiental causado pelo iate. Boa parte da energia gasta tem origem em painéis solares e em uma turbina eólica, que alimentam a rede elétrica do sistema.
Os 100 m do iate comportam uma boate, cinema, academia, uma biblioteca, dez luxuosos quartos de hóspedes, além da suíte principal. Há, inclusive, uma garagem projetada para receber até a mais extravagente limousine. Conforto e espaço suficiente para garantir uma experiência única e inesquecível a qualquer um.
Sovereign em detalhe (Foto: Divulgação)Sovereign em detalhe (Foto: Divulgação)
Sofisticação também parece ser palavra-chave quando se fala em design. Com formas ousadas, o desenho do iate de assemelha a carros de luxo que vemos no mercado. A superfície, que mistura prata com alguns detalhes em preto, dá o toque final do produto.
O preço de uma belezinha dessas? "Sob consulta", de acordo com a Gray Design, empresa responsável pelo conceito. É certo, no entanto, que os interessados tenham que desembolsar uma pequena fortuna para tornar um desses realidade.

Primeiro carro feito com impressão 3D funciona


Urbee. (Foto: Divulgação)Urbee. (Foto: Divulgação)
O primeiro carro "impresso" do mundo foi finalmente anunciado. O Urbee foi concebido em uma impressora especial, que construiu cada camada de sua carroceria, como se o carro fosse "pintado" várias vezes até que o seu formato final aparecesse. As camadas de composição são ultrafinas e se fundem em estado sólido.
Um dos destaques interessantes do Urbee (fora o fato de ser um carro impresso, que já é algo que chama a atenção), é que o veículo foi construído para durar nada menos que 30 anos. Lembrando que um carro convencional nos Estados Unidos tem vida útil de, em média, 5 anos. Seu pequeno motor pode alcançar a velocidade de 70 milhas por hora.
Urbee. (Foto: Divulgação)Urbee. (Foto: Divulgação)
O líder do projeto, Jim Kor, disse ao jornal Daily Mail online que o lançamento é um marco muito importante. "Somos um pequeno grupo de designers e engenheiros de Winnipeg que tenta fazer a diferença. Fazer as coisas dessa maneira pode revolucionar a forma de produzir novos produtos. Esse processo de impressão 3D pode mudar a forma de integrar e substituir peças nos mais diversos produtos", completou.
Além disso, o Urbee é eficiente no consumo de combustível, que pode ser de até 8 vezes menor que os veículos similares. E sua autonomia é de até 200 milhas por galão em uma auto-estrada, ou 85 quilômetros por litro. O carro possui design elegante e futurista, lembrando um veículo saído de qualquer filme de ficção científica.
O Urbee levou quase 15 anos para ser concebido e conta com 3 rodas, dois lugares e um motor de combustão para ser utilizado em caso de emergência. O carro pode ter sua energia alimentada pela rede elétrica comum, por um pequeno painel solar ou por turbinas eólicas.
Via: Daily Mail

Nokia N9 é lançado e começa a ser exportado para todo o mundo


O Nokia N9 está chegando. Anunciado em junho, o novo modelo de smartphone da empresa já está disponível e começou a ser exportado para diversos lugares do mundo nesta terça-feira (27). O preço sugerido pela Nokia para a versão de 16 GB do aparelho é de US$ 650.
Nokia N9 (Foto: Divulgação)Nokia N9 (Foto: Divulgação)
A curiosidade fica por conta do sistema operacional instalado no N9. Apesar de a empresa já ter anunciado que a partir de agora produzirá smartphones utilizando o Windows Phone 7, este modelo vem com o MeeGo, cumprindo a promessa do CEO Stephen Elop de lançar um novo celular com este sistema ainda em 2011.
Apesar disso, o N9 tem características bem interessantes: 16 GB ou 64 GB de memória interna, processador de 1 Ghz, 1 GB de memória RAM, tela de 3.9 polegadas AMOLED e câmera de 8 megapixel, além de GPS gratuito. O smartphone está disponível em três cores: preto, azul e magenta, e a expectativa da Nokia é de que ele faça bastante sucesso.

Três grandes países, no entanto, não devem receber este modelo. Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido estão fora da lista dos locais para os quais o N9 está sendo exportado.
"Desde que anunciamos o N9 em junho, o feedback que recebemos não foi nada menos do que fantástico. Com as inovações no design e na interface, acreditamos que este aparelho mostre o quanto a tecnologia pode ser natural, e representa um conceito de uma linha que pretendemos implantar daqui pra frente", disse Ilari Nurmi, vice-presidente de Marketing da Nokia.

Xperia Play: Para completos aficionados por games


PlayStation Phone, PSP Phone, smartphone com PlayStation. Conhecido por muitos nomes, apesar de oficialmente ter apenas um, o Sony Ericsson Xperia Play é o sonho de consumo de muitos gamers.
Rodando a versão 2.3.3 do Android (Gingerbread), este supertelefone com tela de 4 polegadas e controles de PlayStation adaptados surpreende. Como smartphone, sua performance é notável pelos jogos. Como videogame, você poderá carregá-lo para todo o canto sem que isso seja um incomodo.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Design
Contrariando a tendência de se produzir smartphones cada vez mais finos, o Xperia Play possui uma boa espessura, o que invariavelmente acrescentará um volume à mais em seu bolso ou bolsa. Não chega a ser nada 'anormal', e ao contrário de seus equivalentes, sua forma é justificável: além de carregar a bateria de 1500 mAh que alimenta o telefone por 5 horas de jogatina, bem como toda a CPU do aparelho, o volume extra influencia no conforto das mãos durante as partidas, estabilizando o peso do telefone, sem dar a impressão de que o smartphone correrá das suas mãos em momentos difíceis do jogo.
Analisando-o como um controle de PlayStation, obviamente, não tem muito jeito. A ergonomia não se compara a dos videogames portateis, como o PSP, muito menos a do próprio controle do PlayStation. Mas se você não estiver disposto a carregar mais um gadget na sua mochila para poder jogar nas horas livres, o controle oferecido pelo Xperia Play é satisfatório.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)O controle adaptado de PlayStation no telefone é suficientemente bom para um smartphone, mas não se compara aos videogames portáteis (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Tela
Sua tela de 4 polegadas com 480 x 854 de resolução é ótima, e tanto para navegar quanto para jogar ela é confortável. O sensor de luminosidade atua imperceptivelmente no brilho da tela, e praticamente nem notei a sua presença, ao contrário de outros smartphones, com variações mais agressivas.
Falando em tela, a interface do usuário da Sony traz uma leveza notavelmente superior a de seus concorrentes. Apesar de a personalização ser um pouco travada por conta dos widgets já presentes de fábrica (são removíveis), o Xperia Play realmente mantém a cara de um telefone, quando não está sendo usado para jogar.
O único porém fica para o Timescape, um aplicativo que possui uma proposta bem legal de unificar contas do Facebook, Twitter, Orkut e todas as outras notificações normais de um telefone. Se a sua navegação não precisasse recarregar tanto os objetos e dados exibidos, seria muito melhor. Só por conta disso ele acaba se tornando inútil com o tempo.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)Sony Ericsson Xperia Play com o controle abertoFoto: Allan Melo/TechTudo)
Gameplay
O comando dos jogos é confortável no direcional, e os botões L e R na parte superior fazem toda a diferença nos jogos que realmente o utilizam. E sim, nem todos os utilizam. Já o controle analógico, por não possuir um botão volumoso (ou um atrito maior nos dedos), dá a sensação de que o smartphone poderá escapar das suas mãos a qualquer momento. Acredite: não vai. Mas a pulga atrás da orelha vai te perturbar, e certamente você se sentirá mais confortável com os direcionais mesmo.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)Star Battalion, um dos jogos que já vem instalados no Xperia(Foto: Allan Melo/TechTudo)
Testes com as demonstrações
A qualidade dos jogos é fantástica. Digo, os jogos que realmente aproveitam o potencial do smartphone. O Star Battalion, por exemplo, possui gráficos impressionantes para um telefone (sim, não se compara a um PSP), e utiliza todos os controles disponíveis - além de oferecer uma boa trilha sonora - para te envolver no ambiente de guerra futuristico-espacial. Por exigir do telefone, outras aplicações abertas em paralelo podem atrapalhar o seu desempenho, portanto, feche tudo mais o que estiver aberto.
Por outro lado, jogar Fifa 2010 foi uma decepção. Os controles analógicos são lentos, a jogabilidade dificultada (o jogador também não é lá essas coisas), e os gráficos conseguem ser angustiantes, de tão ruim. O jogo parece ter sido portado para o Play de qualquer jeito, sem cuidado. Se tivessem portado o International Super Star Soccer Delux, do Super Nintendo, acho que teria ficado mais satisfeito.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Add caption
O viciante Bruce Lee Dragon Warrior, à esquerda, e o desestimulante Fifa, à direita (Foto: Allan Melo/TechTudo)
O The Sims, por outro lado, é um pouco mais interessante. Nele, a sensação que se tem é que a série parece ter sido feita para telas touchscreen. Apesar da trilha horrorosa, ouvi declarações de amigos (ao qual concordo) de que este título, no Xperia Play, chega a ser melhor que o The Sims 2 para PCs. Uma curiosidade: para jogá-lo, o controle físico é dispensável (mas ein?!).
O quarto jogo disponibilizado para demonstração é o viciante Bruce Lee Dragon Warrior. Assim como o Star Battalion, ele parece aproveitar bem os recursos do smartphone, entregando bons gráficos e boa jogabilidade. A modo história é interessante, apesar de um pouco repetitivo, ams as lutas baseadas em Kung Fu trazem um certo cuidado nos movimentos, trabalhando bem o lado estratégico da luta. Considero um ótimo título para o smartphone. O único porém é o fato de ele não utilizar os controles L + R nas lutas.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)Detalhes de câmera de videochamadas e traseira, com a bateria e entradas de cartão SD e SIM no canto (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Câmera
A câmera de 5 megapixels do Xperia Play entrega o que se espera de um bom smartphone. Nada excepcional, como podemos ver em ambientes de baixa luminosidade ou em fotos macro, mas é satisfatória. No modo filmagem, notei poucas distorções nas laterais, apesar da leve desaturada nas cores e de salvar o arquivo em formato 3GP. Já no modo de videochamadas, ela não é nada impressionante, mas cumpre bem o seu papel.
Operação e navegação
Este não é um smartphone para trabalho. O teclado virtual não entrega nenhuma resposta tátil, e a curta movimentação entre a tela e o controle de jogos acaba dando uma falsa sensação de resposta, o que chega a confundir o usuário que não estiver realmente atento ao que está sendo escrito. Muitas vezes tive que conferir o que estava sendo digitado, e o número de erros foi acima do normal, comparando com a experiência em outros smartphones. Além disso, o corretor ortográfico incomoda um pouco, e por isso pode ser mais interessante deixá-lo desligado.
Sony Ericsson Xperia Play (Foto: Allan Melo/TechTudo)Lado superior, lateral com os botões L + R e volume, no centro, e a localização da entrada do fone de ouvido, respectivamente (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Conectividades
O GPS possui uma ótima precisão, e pelo menos nos testes era atualizada a cada 1 segundo, acompanhando bem a posição real. A antena também é boa, e o manuseio do telefone, tanto no 'modo jogo' como em sua operação normal, não afetaram a recepção de nenhum sinal externo. Neste aspecto, realmente não há o que reclamar. Talvez apenas a falta de uma saída HDMI ou DLNA para jogar em televisões, mas isso é papo para a versão futura, imagino.