NeoBux - Ganhe Dinheiro Com Internet

O telefone Facebook - HTC Chacha


Numa altura em que cada vez mais fabricantes apostam na forte integração com as redes sociais nos seus telemóveis, a HTC é a primeira a fazer chegar ao mercado  um equipamento assumidamente "facebookcêntrico". E como a ideia-chave neste tipo de plataformas é partilhar, a fabricante partilhou o ChaCha com a redação do TeK durante alguns dias. Nós partilhamos as nossas impressões.



O Android - na versão 2.3.3 - que ficou conhecido como o "telefone Facebook" aposta de tal maneira numa ligação constante à maior rede social do mundo, que lhe dedica um botão de hardware próprio, colocado no canto inferior direito do smartphone.


imagem HTC
A tecla com o símbolo da rede social permite partilhar conteúdos a qualquer momento da utilização do telefone. Ligações para sites, imagens ou vídeos podem ir parar ao mural clicando no botão que faz aparecer uma janela dedicada ao efeito. Se o utilizador estiver no ecrã inicial e recorrer à tecla, é-lhe apresentada a opção de publicar uma atualização de estado ou uma foto, a captar na altura ou selecionada da sua galeria.


Outra das diferenças face a outros equipamentos com ligação à rede social reside no maior leque de opções disponibilizado, como a possibilidade de escolher em que álbum incluir as fotografias, dar-lhes títulos ou identificar os amigos nelas presentes (colocar um tag).


imagem HTC


Para além destas características, que primeiro saltam à vista, há outras que atravessam quase toda a experiência de utilização do equipamento, desde a inclusão automática no calendário do telefone dos aniversários dos amigos do utilizador no Facebook (se bem que esta opção já está inclusa nos Smartphones da BlackBerry), à Galeria de imagens do smartphone que permite aceder diretamente aos álbuns do utilizador e de todos os seus contactos na rede social.


A sincronização dos contatos nos vários serviços online usados é outra das possibilidades oferecidas pela HTC, que notifica o utilizador de cada vez que é encontrado um contato no Facebook que pode ser agregado à conta desse amigo no Google, por exemplo.


Já que falamos em sincronização, vale a pena realçar um dos efeitos perversos da mesma. O Htc ChaCha traz, de origem, uma aplicação denominada FB Chat (que também tem disponível para BlackBerry), dedicada exclusivamente à troca de mensagens instantâneas com utilizadores da rede social.


imagem HTC


O problema é que, de cada vez que o telefone se liga à Internet, esta é ativada automaticamente, sendo o utilizador identificado como "disponível" para conversar - mesmo que muitas vezes este não esteja sequer com atenção ao telefone, perdendo as mensagens. A aplicação permite (recorrendo ao menu Definições) "passar a offline", mas isso não impede que, da próxima vez que desligar e voltar a acionar a ligação de dados, tenha que repetir o processo.


A opção pode passar por ir às definições de privacidade no próprio site do Facebook, procurar pela secção dedicada a "aplicações e sites" e remover o HTC ChaCha das permissões. Note-se que, daí em diante, deixa também de poder usar a aplicação, uma vez que esta fica bloqueada.


Voltando às teclas. Ao contrário do que nos habituámos a ver nos equipamentos com o sistema operativo móvel da Google, neste terminal existem muitos botões de hardware. Além da tecla para ligar e desligar, no topo, há um botão na lateral esquerda para controlar o volume, uma tecla para atender/fazer e outra para desligar chamadas (ou retroceder)… e um teclado QWERTY.


Sobre este há a notar o confortável tamanho das teclas e o espaço entre elas, que evita constrangimentos como o de carregar onde não se quer. Letras e números, fn, shift, delete e enter compõem o tabuleiro, às quais se junta o correspondente ao cursor, no canto inferior direito.


imagem TeK


Também esta característica fica a dever-se ao facto de ter sido concebido para utilizadores intensivos das redes sociais, mas revela-se útil também para quem recorre ao smartphone em contexto de trabalho, nos casos em que este implique a troca assídua de emails, por exemplo.


Sobre o email, aproveitamos para esclarecer que o suporte é assegurado pelo Microsoft Exchange ActiveSync, bem como pelas possibilidade de descarregar as habituais aplicações do Android Market para acesso aos serviços de correio eletrónico baseados na Web. No caso do Gmail, esta vem já instalada.


A fabricante do telefone conta no entanto com algumas aplicações específicas, que integram a experiência HTC Sense - ou, o mesmo será dizer, de personalização da interface do Android pela marca.


Além da estética própria (e agradável) do software, a filiação do dispositivo assegura-lhe ferramentas como o Quick Lookup - que permite procurar informação sobre um termo no Google, Wikipédia, YouTube, dicionário e tradutor - ou o Friend Stream, um agregador de redes sociais, que permite filtrar as "vistas" para que sejam incluídas todas as atualizações, ou apenas as de estado, multimédia, ligações ou relativas à localização geográfica.


Uma app dedicada à meteorologia, que - embora sem oferecer imagens do céu, como faz o tablet da mesma marca - permite conferir o tempo para os próximos três dias em várias cidades do mundo e o Peep, para acesso ao Twitter, são outras das ferramentas com a assinatura da HTC.


Outra das aplicações incluídas de raiz que nos agradou é a destinada à leitura de ebooks. Traz três títulos de oferta, fornecendo depois ligação à plataforma de livros digitais da Google. Apesar do ecrã do telemóvel ser pequeno (2,6 polegadas), a orientação vertical das páginas ajuda à finalidade e não sentimos que a leitura ficasse comprometida.


À apreciação terá ajudado também a boa qualidade do ecrã, com uma definição irrepreensível que ajuda a compensar o tamanho reduzido. Em boa verdade, este apenas se torna um problema em jogos que exigem maior amplitude de campo de visão - sim, nós também não resistimos ao Angry Birds - e na navegação em sites onde seja necessário recorrer frequentemente às capacidades táteis da superfície, não porque estas deixem a desejar, que não deixam, mas por simplesmente pode faltar onde meter os dedos.


imagem HTC


A sensação descrita pode ser comprovada, por exemplo, em páginas como as dos serviços de email, que implicam demasiadas informações e botões (remetente, assunto, eliminar, responder, retroceder, etc) para que a mensagem principal possa ser consultada de forma confortável.


Os atributos facilitam também uma melhor prestação na reprodução de conteúdos multimédia, nomeadamente nos vídeos e fotografias, do que seria de esperar. Em matéria de vídeos, ficámos satisfeitos também com o som. Aproveitamos ainda a ocasião para referir que também a câmara de 5 megapixéis sai da análise com nota positiva, na captação de ambos os formatos.


imagem HTC


Além desta câmara, colocada na parte de trás do telefone, o equipamento conta com uma segunda, de menor resolução, na frente, que ajuda nos momentos mais narcisistas e dá suporte a uma aplicação que "transforma" o ecrã do smartphone num espelho.

Ainda em matéria de hardware, pode contar com uma carcaça em plástico branco e alumínio cinza, albergando um processador de 800 MHz - que cumpriu com distinção todas as tarefas propostas. A memória RAM é de 512 MB mas a capacidade de armazenamento pode ser expandida com recurso a um cartão microSD.

Nada há a apontar às colunas e microfone, nem ao som do equipamento naquilo que será a função primordial de um telefone: fazer chamadas. Existe no entanto um problema, se fazer chamadas implicar meter o cartão SIM no telemóvel e, para isso, retirar a tampa que cobre a bateria. Em menos de 15 minutos não será tarefa fácil e é bem possível que acabe a missão com algumas dores nos polegares.

A bateria esteve ao nível das da maioria dos smartphones que por aqui têm passado, pelo que não deve esperar muito mais do que um dia e meio de autonomia com uma só recarga. Uma nota final para o peso do equipamento, que também se encontra dentro do habitual: 120 gramas.

Livre de operador, o HTC ChaCha custa 329 euros, mas tanto a Optimus como a Vodafone vendem o telefone a 254,90 euros, o que o torna uma opção de valor mais semelhante aos preços pedidos por outros equipamentos da mesma gama.



Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


Fonte: Sapo

Evidência da Apple contra Galaxy Tab na Europa pode ter sido forjada


Apple conseguiu tirar o Samsung Galaxy Tab 10.1 de todas as lojas europeias (com exceção da Holanda), em uma ação movida pela empresa de Steve Jobs. A alegação, defendida em um tribunal alemão, era a de que o tablet da concorrente copiava em muitos aspectos o iPad 2. Mas nesta segunda-feira (15) foi detectado que as provas podem ter sido forjadas.
Em baixo, a imagem exibida no relatório oficial da Apple, e acima, uma foto real do Galaxy Tab 10.1 (Foto: Divulgação)
Em baixo, a imagem exibida no relatório  oficial da Apple, e acima uma foto real do Galaxy Tab 10.1 (Foto: Divulgação)


O portal holandês de tecnologia WebWereld detectou o problema no relatório enviado pela Apple à corte alemã, exibindo a prova de que a imagem do Galaxy Tab 10.1 - havia sido manipulada para que suas dimensões ficassem visualmente semelhantes às do iPad 2, o que não retrata fielmente a realidade.
A questão é simples e pode ser detectada nas próprias medidas: o iPad 2 tem 18,57cm de largura, 24,12cm de altura e 8,8mm de espessura. Já o Galaxy Tab 10.1 tem 17,53 cm de largura, 25,67cm de altura e 8,6mm de espessura. Nos números, a diferença entre ambos é clara, variando em um centímetro na largura e quase 1,5cm na altura.
Apesar de as medidas reais estarem presentes por escrito no relatório, a imagem, apresentada na página 28 da acusação daApple, poderá ser utilizada como alegação pela Samsung para anular a decisão da corte alemã, já que as provas não são inteiramente confiáveis e condizentes com a realidade. Se a empresa sul-coreana recorrer, poderá dar fim à proibição da comercialização de seu tablet na União Europeia.


Fonte: techtudo

iPhone 4 vs Galaxy S II: qual o melhor?

Esta é uma pergunta que tem inquietado muitos amantes das novas tecnologias. Se há pouco tempo a Apple era dono e senhor do primeiro lugar no que toca a smartphones com o iPhone, o aparecimento do Galasy S II da Samsung veio "baralhar" as coisas. 
Para quem quer comprar um smartphone que dê nas vistas, a escolha entre um iPhone 4 ou um Samsung Galaxy S II não é fácil. Há prós e contras e no final, qualquer um serve, dependendo dos propósitos de cada utilizador.

Preço: Em Portugal por exemplo o iPhone 4 de 16 gigas custa 599,90 euros, enquanto que a versão de 32 gigas fica 100 euros mais cara. Já o Galaxy S II pode ser adquirido por 499 euros. Ou seja, no preço o Galaxy S II leva vantagem.
Ecrã: O Galaxy S II vem equipado com um ecrã de 4,3 polegadas, com tecnologia Super AMOLED Plus, numa resolução de 800x400 píxeis. Já o iPhone tem uma resolução melhor, de 960x640 píxeis num ecrã de 3,5 polegadas. A tecnologia Super AMOLED Plus ajuda a atenuar a menor resolução. Nesse aspecto, fica ao critério do utilizador qual o melhor. Ambas dão garantias.
Câmera: Se é fã da fotografia, a sua escolha terá de recair sobre o Galasy S II. O Samsung Galaxy S II vem com uma câmera traseira de 8 megapixels com flash LED, com uma dianteira de 2 megapixels, além de fazer captura de vídeos em 1080p Full HD e 30fps, enquanto o iPhone possui uma câmera de 5 megapixels traseira com captura de vídeo de 720p Full HD e outra frontal VGA. Como se não bastasse a câmera do Samsung possui mais funcionalidades como as Smile Shot, Beauty Shot, Panorama Shot dentre outras.
Tamanho e peso: Nesse aspecto o aparelho da Samsung leva vantagem. O iPhone 4 é tem uma protecção de metal e vidro, enquanto a Samsung optou pelo plástico, com excepção do ecrã, que é de vidro. Galaxy S II mede 125.3 x 66.1 x 8.5 mm e pesa 116 gramas enquanto que o iPhone 4 mede 115.2 x 58.6 x 9.3 mm e pesa 137 gramas. Apesar de ser um pouco maior, o Galasy S II leva vantagem, pois é mais fino e mais leve.
Armazenamento de memória: Galaxy S II ganha mais uma vez, com as opções de 16/32GB com possibilidade de maior expansão via cartão SD, enquanto o iPhone se restringe aos 16/32GB internos.
Conectividade: O Galaxy S II possui Wi-Fi, NFC, 4G, Bluetooth 3.0, DLNA (que é óptimo para assistir a vídeos em HD por streaming de vídeos sem fio) e Wi-Fi tethering, enquanto o iphone 4 vem apenas com Wi-Fi, Bluetooth 2.1 e 3G. A aposta vai mais uma vez para o aparelho da Samsung.
Processador: O Galaxy S II vem com processador Dual Core de 1,2 GHz e 1GB de RAM, enquanto o iPhone vem com o processador A4 e apenas 512 MB de RAM. O Galaxy S II praticamente o dobro do que o iPhone 4 oferece, sendo muito superior nas multitarefas.
Sistema operativo: Qual é melhor? Android 2.3 ou iOS 4.2? Enquanto se pode personalizar o Android, o iOS é totalmente fechado e censurado. No entanto muitos utilizadores do Android já reclamaram que o as aplicações travam em diversos programas. Apesar de muitos dos programas do Android serem free, estão mais sujeitos a serem infectados com vírus. Daí que nesse aspecto, o iOS 4.2 do iPhone seja a melhor opção.
Conclusão: vendo bem as coisas, o Galaxy S II é um pouco melhor que o iPhone 4. Consegue ter melhor desempenho e ser melhor em vários ítens. Mas tudo depende do gosto do leitor. E da "carteira". Mas o lançamento do iPhone 5 poderá fazer pender a balança para a Apple. O novo aparelho da empresa de Steve Jobs deverá trazer muitas melhorias que prometem superar o actual Samsung Galaxy S II.

Se quiser ver o video do SmartPhone Vencedor clique: Samsung Galaxy II S

iPhone 4 vs Galaxy S II: qual o melhor? (Video)

Os novos tablets da Samsung

Melhor do que um formato único, a que todos os clientes têm de se adaptar, é oferecer diferentes tamanhos que se ajustam a hábitos de vida e necessidades de utilização diversas. Esta pode ser a filosofia da Samsung, que acaba de apresentar dois novos modelos de Galaxy Tab, que serão colocados nas lojas nas próximas semanas. 

O Galaxy Tab 10,1 é um modelo renovado face ao que está a ser já comercializado, mas vai estar também disponível um modelo de 8,9 polegadas, provavelmente no final de Setembro.


 E o primeiro tablet lançado pela marca, com um formato de 7 polegadas, vai manter-se à venda. Os novos tablets partilham algumas características, nomeadamente em espessura - que é de apenas 8,6 milímetros, qualidade do ecrã WXGA, processador dual core e versão do sistema operativo Android, que é já a 3.1 (Honeycomb). 


Em comum é também a ligação de rede HSPA+, até 21 Mbps, e o acesso às mais de 250 mil aplicações do Android Market e às aplicações da Samsung. O primeiro modelo a chegar às lojas é o Galaxy Tab de 10,1 polegadas, que deverá estar à venda na primeira quinzena de agosto, e custará 599 euros, na versão Wi-Fi com 16 GB. O tablet vai estar também disponível com 32 e 62 GB de memória, mas só mais tarde.

galaxy tab 10,1 
Com um peso de 565 gramas, o novo tablet tem um processador de 1 GHz dual core, conta com duas câmaras fotográficas, uma frontal de 2 megapixels e uma traseira de 3 megapixels, ajudada por um flash Led para situações de menor luminosidade. 


As câmaras captam vídeo 720p HD, e o tablet tem suporte a reprodução de vídeo Full HD 1080p. Este novo modelo não deve ser confundido com o Galaxy Tab 10.1v, que já está à venda através da Vodafone. É ligeiramente mais leve e tem a versão anterior do Android, a 3.0, embora esteja prevista a atualização para 3.1 "em breve". 


O modelo "intermédio" da família de tablets da Samsung tem um ecrã de 8,9 polegadas e só deve chegar às lojas no início de Setembro, cerca de 4 semanas depois do Tab de 10,1 polegadas. Com a mesma espessura de 8,6 milímetros, a poupança em tamanho garante-lhe também menor peso.


tek montra galaxy tab 8,9 polegadas       


O preço será também, certamente, mais baixo, mas a Samsung não adianta ainda qualquer valor, reservando-o para mais próximo da data de lançamento. O Tab 10,1 polegadas vai estar disponível em todos os operadores e em venda livre, mas que ainda estão a afinar pormenores para a disponibilização da versão mais pequena, de 8,9 polegadas, através da rede das operadoras. 


Quando ao Tab original, de 7 polegadas, a ideia é mantê-lo à venda, para assegurar mais variedade de escolha. O preço é agora de 499 euros, livre de operador, e a Samsung acredita que continuará a haver utilizadores interessados nesta proposta de valor.


Conteúdos e acessórios de diferenciação


Embora o sistema operativo de base seja o Android 3.1, a Samsung mantém a tradição de colocar no interface dos tablets a sua "marca, com o TouchWiz UX, onde os utilizadores podem personalizar a experiência com o Live Panel, ou arrumar as aplicações mais utilizadas.


Os Hubs de entretenimento são também "obrigatórios", nomeadamente o Readers Hub e o Music Hub, que dão acesso a mais de 2,2 milhões de livros, 2 mil jornais e 2.300 revistas em várias línguas, assim como uma biblioteca de 13 milhões de músicas. O Social Hub continua a agregar as mensagens de email, IM, contactos, calendários e perfis das redes sociais. Na nova gama de Tabs a Samsung está a apostar também nos acessórios, que são vendidos separadamente. 


Há dois modelos de teclados que podem ser usados com os novos tablets, um com ligação através de Bluetooth que está incorporado numa das capas vendidas pela marca e um outro com ligação por hardware, que se liga à porta de conectividade na parte inferior do ecrã.
galaxy tab teclado 
Embora ambos os teclados possuam bateria própria e tenham de ser carregados, podendo servir também para carregar o tablet, a sua bateria nunca é utilizada para estender a autonomia do equipamento, ao contrário do que acontece no modelo da ACER.

galaxy tab leitor de USB
Entre a gama de acessórios há ainda uma elegante doca para secretária, que permite manter o tablet "de pé" e tem ligação para carregador eléctrico e um dispositivo que permite ligar pens USB ao equipamento, e um outro para ler cartões de memória.


Estes acessórios vão estar à venda com preços a partir de 40 euros. 


Em baixo um vídeo da Samsung com uma demo do novo Galaxy Tab 10,1.

Novo Tablet da Samsung Galaxy Tab 10,1

Os 7 lugares mais perigosos da Terra

O planeta Terra por si só pode ser um lugar perigoso: terremotos, inundações e outros desastres naturais mataram mais de 780.000 pessoas na última década, e milhões ficaram feridos ou sem tecto. 
Ninguém sabe o que a próxima década aguarda, mas devemos nos preocupar mais com algumas áreas. Veja quais é que são:



1 – Lago Nyos, Camarões
Um assassino silencioso esconde-se sob a superfície desse lago do Oeste Africano. A bolsa de magma nas suas profundezas joga dióxido de carbono para a superfície do lago. Sob a pressão de 200 metros de água, o dióxido de carbono dissolve-se (como a carbonatação numa garrafa de refrigerante).

Contudo, isto não é uma coisa que acontece sempre. Na noite de 21 de Agosto de 1986, a água no lago de repente revolveu e o dióxido de carbono explodiu como um refrigerante agitado. A nuvem de dióxido de carbono resultante espalhou-se, asfixiando 1.700 pessoas e milhares de animais. Nos 24 km de vale abaixo do lago, quase nada sobreviveu.
Hoje, tubos são usados para “retirar” o dióxido de carbono da água do fundo do lago Nyos. Os tubos evitam o acúmulo do gás, mas isso não torna o local totalmente seguro. O lago ainda é muito perigoso.

2 – Nápoles, Itália

Em 79 d.C., o Monte Vesúvio explodiu, enterrando as antigas cidades de Pompéia e Herculano. Mais de 50 erupções subsequentes deixaram para trás cinzas e grandes cavidades, entretanto, não dissuadiram as pessoas de povoar as encostas à beira-mar da cidade.
Nápoles fica na base do vulcão onde vivem 650.000 pessoas nas suas encostas. Uma erupção iminente poderia forçar a evacuação de mais de um milhão de pessoas. Além disso, Vesúvio não é o único vulcão activo ameaçando esta área densamente povoada. O Mar Mediterrâneo ao largo da costa da Itália é repleto de vulcões. O mais preocupante fica na ilha turística Ischia. Uma erupção não só afectaria Nápoles como poderia ser pior do que uma erupção hipotética do Vesúvio.


3 – Miami, Flórida

Ninguém pode prever onde um furacão vai surgir, mas o sul da Flórida é sempre uma aposta razoável. O Serviço Geológico dos EUA estima que a ponta sul da Flórida pode esperar mais de 60 furacões ao longo de um período de 100 anos. Em 2008, Miami foi classificada como a cidade mais arriscada para catástrofes naturais do país.
A história já é repleta deles. Em 1926, o Grande Furacão de Miami destruiu ou danificou cada edifício no centro de Miami e matou pelo menos 373 pessoas. Menos de 10 anos mais tarde, o furacão do Dia do Trabalho de 1935 matou 408 pessoas na Flórida. Em 1960, o furacão Donna rugiu através do sul da Flórida, trazendo consigo tempestades de 3 a 5 metros.
Talvez o furacão mais famoso seja o que atingiu o sul da Flórida em 1992. O furacão Andrew explodiu como uma tempestade de categoria 4 com ventos tão altos que quebraram instrumentos de medição. Andrew matou 23 pessoas nos Estados Unidos, e custou mais de 41,57 bilhões de reais.

4 – Região Sahel, África

A seca não recebe tanta atenção quanto outros desastres naturais, mas pode ser uma grande assassina: mais de 100.000 pessoas morreram por causa da seca na região Sahel da África entre 1972 e 1984. Outros 750.000 foram incapazes de plantar e ficaram completamente dependentes de ajuda para se alimentar.
A região árida do Sahel faz fronteira com o deserto do Saara, que se estende pelo norte da África através da Mauritânia, Senegal, Mali, Níger, Burquina Faso, Nigéria, Chade, Sudão, Argélia, Etiópia e Eritreia. A água limitada na área está a causar desertificação, aumentando ainda mais o risco de seca e fome na região.

5 – Guatemala

A América Central é a casa de uma tripla ameaça: terremotos, furacões e deslizamentos de terra. Juntamente com a costa ocidental da América do Norte e do Sul, a América Central encontra-se no Anel de Fogo, um local sismicamente activo que circunda o Oceano Pacífico.

A Guatemala não é o único país afectado, mas tem sido duramente atingido: em 1976, um terremoto de 7,5 graus de magnitude matou 23.000 pessoas. Graças ao terreno montanhoso do país, deslizamentos de terra dificultaram o transporte e os esforços de salvamento.

A combinação de topografia e clima pode ser fatal também. Fortes chuvas podem saturar encostas, levando a deslizamentos de terra devastadores. Em 2005, os restos do furacão Stan atingiram a Guatemala, El Salvador e sul do México, causando mais de 900 deslizamentos de terra. Aldeias inteiras foram enterradas; uma, Panabaj, foi declarada um cemitério depois que autoridades desistiram de escavar os corpos de 300 moradores desaparecidos. O número exacto de mortos é desconhecido, mas algumas estimativas sugerem que até 2.000 pessoas perderam a vida.

6 – Java e Sumatra, Indonésia

Essas duas ilhas da Indonésia enfrentam mais riscos de desastres naturais do que qualquer outro lugar. Secas, inundações, terremotos, deslizamentos de terra, vulcões, maremotos: todos ameaçam a Indonésia, onde Java e Sumatra têm o maior risco.

O desastre mais famoso é o tsunami no Oceano Índico de 2004, que matou um número estimado de 227.898 pessoas após um terremoto de 9,1 graus na escala Richter provocar a enorme onda. A Indonésia foi o mais atingido entre os países do sudeste asiático afectados, com mais de 130.000 pessoas mortas.
 Recentemente, em fevereiro deste ano, enchentes empurraram milhares de moradores a oeste de Java e um deslizamento de terra na vila de Tenjolaya matou dezenas de pessoas.

7 – Istambul, Turquia

Ninguém sabe quando a falha do Norte da Anatólia irá ruir, mas uma coisa é certa: ela vai ruir. O terremoto que dai surgir pode ser uma má notícia para as 12,8 milhões de pessoas em Istambul. No século passado, terremotos na falha no norte da Turquia têm aumentado para o oeste. O último grande terremoto aconteceu em 1999, quando um tremor de 7,6 graus devastou a cidade de Izmit. O número oficial de mortos é de cerca de 17.000, mas uma estimativa o aumenta para 45.000.

A próxima vez que o chão tremer, os cientistas esperam que seja ainda mais a oeste, ao sul de Istambul. Um estudo realizado em janeiro de 2010 concluiu que as tensões ao longo da falha poderiam provocar múltiplos terremotos, ou ela poderia ruir de uma vez. Em março, o geofísico Tom Parsons disse que as hipóteses de Istambul ser atingida por um terremoto de magnitude 7 ou maior nos próximos 25 anos são entre 30 e 60%.

Toshiba lança portátil 3D que dispensa óculos - Qosmio F750 3D

A Toshiba lançou no dia 05 de Julho o Qosmio F750 3D, que disponibiliza a nível mundial e para o qual reclama duas características "pioneiras": visualização conteúdos 3D sem auxílio de óculos especiais e a possibilidade de aceder conteúdos 2D e 3D em simultâneo, em duas janelas no ecrã.

O utilizador pode estar a ver um filme a três dimensões e abrir uma segunda janela, a 2D, para navegar na Internet, por exemplo, sendo ambas apresentadas em simultâneo e mantendo as respectivas diferenças no que respeita à "profundidade" das imagens.Para além da reprodução de conteúdos originais em 3D, o equipamento faz também a conversão, em tempo real, de DVD 2D de alta qualidade para três dimensões. 
Qosmio F750 3D

O computador vem equipado com "lentes activas que separam a duas imagens de paralaxe e que as guiam para o olho direito e para o olho esquerdo", explica a empresa. A câmara Web HD com tecnologia Face Tracking detecta continuamente a posição da cara do utilizador, permitindo uma área de visualização 3D maior e sem ângulos mortos, acrescenta a nota à imprensa.


Qosmio F750 3D


À parte destas potencialidades menos usuais, o dispositivo apresenta características semelhantes a outros equipamentos de topo, como o processador de quatro núcleos i7 da Intel, uma memória que até 8 GB (DDR3) e uma placa gráfica NVidia GeFroce GT 540M com 2 GB VRAM.


Qosmio F750 3D 
O ecrã TruBrite é de 15,6 polegadas, com um formato 16:9 e uma resolução Full HD de 1.920x1080 pixéis, contando com retroiluminação LED. 
Qosmio F750 3D
O Qosmio F750 3D - que tem chegada às lojas europeias agendada para o terceiro trimestre deste ano - aposta ainda em detalhes como as colunas Harman Kardon estéreo Dolby Advanced Audio, entradas USB 2.0 e 3.0, um sintonizador de TV e controlo remoto. O preço não foi revelado.

Skype no Facebook!!!

O Facebook marcou um evento no qual irá apresentar "algo espectacular" apartir do dia 06 de Julho. As palavras empregues funcionaram como um rastilho para um vasto de leque de especulações, mas há uma que tem ganhado particular força: a de que será apresentada a integração com o Skype.

A hipótese é defendida, por exemplo, pelo blog especializado TechCrunch, que já tinha avançado que seria de esperar que o novo produto do Facebook tivesse uma forte componente de desktop - a avaliar pelo número de contratações de profissionais nesta área que estaria a levar a cabo. 

Agora, uma fonte com conhecimento da parceria desvendou detalhes.Segundo contou ao blog, a rede social irá lançar uma nova funcionalidade que vai permitir aos utilizadores do Facebook fazer chamadas de voz e vídeo sobre IP, recorrendo para isso à tecnologia do Skype.


A ferramenta será baseada na Web, sendo suportada no browser, mas incluirá também uma componente de desktop, adiantou a mesma fonte, sem esclarecer se a utilização implicará ou não o download de algum software ou se apenas funcionará em computadores onde o Skype esteja instalado.


Certo é que a ferramenta oferecerá uma forte integração entre os dois produtos e, da perspectiva do utilizador, será uma experiência associada ao browser - que deverá ser capaz de fazer com que os membros do Facebook passem ainda mais horas no site, quando este, para além da troca de mensagens escritas, passar a permitir também comunicação por voz e vídeo.Para o Skype, a parceria pode resultar um aumento significativo da base de clientes, numa altura em que o Facebook conta com mais de 750 milhões de utilizadores e serviço de voz sobre IP ainda não vai além dos 170 milhões.As empresas já tinham trabalhado juntas para integrar funcionalidades do Facebook no Skype e existe também uma aplicação do serviço de comunicações para a rede social, o SkypeMe, que conta com 36.516 utilizadores activos por mês, segundo os números divulgados na página da aplicação.


Novo videoclipe de Michael Jackson faz a sua estreia mundial

O vídeo realizado na sua totalidade pelos fãs da lenda pop espalhados por todo o mundo, conta com clips dos mais variados países, tais como: Portugal, Rússia, Japão, Jordânia, Reino Unido, entre outros.
No vídeo, editado por Dennis Liu, pode-se ver um grande número de fãs a apresentar peças de roupa inspiradas no cantor, enquanto outros vão acompanhado com os lábios a letra da música.
O projecto “Behind The Mask” pedia aos fãs de Michael para submeterem os seus vídeos através do site oficial do artista. O vídeo final conta com mais de 1600 clips, onde se detstacam 50 crianças e 36 animais.
“Behind The Mask” é o terceiro single retirado do primeiro álbum a título póstumo de Michael Jackson que atingiu o terceiro lugar nos Estados Unidos e quarto no Reino Unido.
Assista ao vídeo em baixo:


Teclados: Conhece todos os géneros existentes?

Sabe porque é que os teclados são QWERTY e não têm as letras dispostas por ordem alfabética? No início as letras começaram por estar por ordem alfabética mas, devido às pessoas já as decorarem, escreverem rápido e se atrapalharem, decidiu-se trocar as letras para que o ritmo e velocidade da escrita fosse a mais adequada.Mas será que só existe o teclado QWERTY? Não! O site Pplware leva-nos a conhecer que outros géneros de teclados existem e quais as diferenças mais proeminentes.
key

Teclado DVORAK
dvorak
O teclado Dvorak é a mais famosa e conhecida alternativa ao teclado QWERTY, no entanto é usado por muito poucas pessoas. O layout é da autoria do americado August Dvorak, na década de 1930. Para o criador, este teclado teve necessidade de existir devido ao aumento da velocidade da escrita e assim devia ser criada uma nova disposição de letras e números. A ideia era, então, aumentar o conforto do utilizador e diminuir os erros. O layout do Dvorak foi criado também a pensar na língua inglesa, concentrando as letras mais usadas no albetado inglês. A quem interessar, este teclado pode ser encontrado para compra, e há mesmo softwares que permitem o seu uso.

TeclKado COLEMA
Colemak
Tendo por base o QWERTY, o teclado Colemak foi desenvolvido por Shai Cokeman a Janeiro de 2006, sendo a principal diferença a mudança de 18 letras e manutenção das posições da maior parte dos caracteres não-alfabéticos. O grande objectivo do Colemak é concentrar a maior parte das letras usadas na língua inglesa na linha central do teclado, de forma a agilizar a digitação. Como se pode verificar, é inexistente a tecla Caps Lock, e, por sua vez, existe um botão adicional de Backspace. O Colemak é suportado pelos SO Chrome, GNU/Linux e Mac X Lion.

Teclado MALTRON
maltron

Este ‘estranho’ teclado, mas referenciado como ergonómico, foi desenhado por Lilian Malt e Stephen Hobday, na década de 1950, com o intuito de prevenir problemas causados por movimentos repetidos com muita frequência, durante a escrita. O teclado Maltron foi pensado também para a digitação de duas mãos, estando estas de palmas abertas. A empresa criadora desenvolveu vários formatos deste teclado. Existem géneros de Maltron para se digitar com apenas uma mão, com a direita, com a esquerda, outro com três grupos de caracteres e ainda dois grupos de teclas deslocadas, como se vê na imagem, para uso dos polegares.

Teclado JCUKEN
Jcuken

Este curioso layout foi criado, especialmente, para uso da URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Uma vez produzido internamente, a distribuição só foi realizada para países como o Leste Europeu. A grande vantagem do Jcuken, é permitir a combinação do alfabeto cirílico com o alfabeto latino. O Jcuken é apenas compatível com computadores UKNC, computadores soviéticos.

Teclado NEO
neo
Desenvolvido pela empresa alemã Neo Users Group, o teclado Neo suporta todas as línguas latinas, para além da linguagem vietnamita e ainda algumas línguas africanas. O seu layout foi pensado na língua alemã, (podemos ver o ß, característico do alemão), e ainda teve como objectivo deixar mais próximas todas as letras mais usadas nesse idioma. O Neo ainda hoje é produzido e já teve duas actualizações.
Decerto existem muitos outros géneros de teclados com o objectivo de responder a necessidades específicas de uma determinada população ou culturas. Será algum destes mais adequado que o QWERTY? Como seria o teclado ideal?


Fonte:  Pplware

10 pontes que ninguém quer atravessar

Algumas das estruturas dessa lista são consideradas as pontes mais perigosas do mundo. Outras possuem vistas magníficas – mas é necessária muita coragem para chegar perto delas. Mas todas têm algo em comum: causam arrepios e hesitações até mesmo na menos medrosa de todas as pessoas. Confira esta lista elaborada pelo site Oddee.
 
Ponte Natural de Bryce Canyon (EUA)

A Ponte Natural, atração popular do parque nacional americano Bryce Canyon, não é na verdade uma ponte.
A sua nomeação causou um alvoroço entre os geólogos porque, mesmo que a estrutura natural pareça uma ponte, é na verdade um arco.

 Ponte sobre o rio Vitim (Sibéria)


A ponte é feita de madeira e não está em boa condição. É larga o suficiente apenas para um carro, mas tem 570 metros, por isso são precisos bons 3 minutos para atravessá-la – se você for um piloto qualificado.
Se não tem tanta habilidade, pode ter de enfrentar uma queda de 15 metros no rio Vitim, que não é nada divertida: como a ponte está na Sibéria, a região torna-se brutalmente fria na maior parte do ano, com temperaturas muito abaixo de zero e coberta de neve e gelo. É usada pelos habitantes locais por ser a única forma de atravessar o rio.

Ponte suspensa de Hussaini (Paquistão)

Conhecida como a ponte mais perigosa do mundo, a Ponte Suspensa de Hussaini é apenas uma das muitas pontes de corda precárias do norte do Paquistão.

A viagem naquela região é muito difícil e inclui pontes frágeis que atravessam montanhas, córregos e rios.
Entre elas está a Hussaini, cruzando o lago Borit. Esta ponte de corda é longa e mal conservada.
Faltam muitas tábuas e os ventos fortes abalam muito a ponte.
Apesar do seu aspecto perigoso, a Hussaini é uma ponte relativamente segura e tem-se tornado uma atracção turística, com curiosos a testar os seus nervos enquanto tentam atravessá-la.


Ponte de Ojuela (México)


A ponte de Ojuela fica a noroeste da cidade de Durango, no norte do México.
A cidade é hoje conhecida como uma cidade fantasma, por causa do minério esgotado.
A única estrutura sobrevivente e funcional é uma ponte suspensa, conhecida como “Puente de Ojuela” pelos moradores.
A ponte original foi projetada pelos famosos irmãos Roebling, que também desenharam a ponte do Brooklyn, EUA. Na época da construção, Ojuela era a terceira maior ponte suspensa do mundo.
Foi reconstruída recentemente pela empresa Peñoles, e a original foi demolida. Apenas os arcos principais estão em exposição.

  
Ponte Suspensa Pulau Langkawi (Malásia)
O céu estende-se em torno da ponte desfiladeiro em Pulau Langkawi, que é a maior ilha do arquipélago de Langkawi, na Malásia.
É suspensa a 687 metros acima do nível do mar, oferecendo vistas magníficas sobre o Mar de Andamão e a ilha Tarutao da Tailândia.
A vista da ponte é de tirar o fôlego – as suas curvas oferecem diferentes perspectivas das paisagens.
Ela é uma das pontes mais espetaculares do mundo. Tem um único cabo suspenso por apenas uma coluna de apoio. Esta coluna de 95 metros é mantida por 8 cabos de balanceamento de carga.
A ponte tem 125 metros de comprimento e 1,83 metros de largura.

Ponte de corda inca (Império Inca, Peru)


As pontes de corda incas eram pontes de suspensão simples sobre cânions e desfiladeiros que forneciam acesso para o Império Inca. Pontes desse tipo eram adequadas, pois os incas não usavam transporte sobre rodas. Elas eram usadas com frequência para entrega de mensagens.
Os incas usavam fibras naturais encontradas na vegetação local para construi-las. Essas fibras eram tecidas em conjunto a uma corda suficientemente forte e eram reforçadas com um piso de madeira. Cada lado era então ligado a um par de âncoras de pedra, e diversos cabos. Os cabos que sustentavam o caminho eram reforçados com galhos entrançados.
Esse sistema era forte o suficiente para levar até os espanhóis com cavalos depois que eles chegaram. No entanto, as pontes enormes eram tão pesadas que tendiam a cair no meio, e isso fazia com que balançassem com ventos fortes. Parte da força e da fiabilidade da ponte vem do fato de que cada cabo era substituído a cada ano pelos moradores locais. Em alguns casos, os camponeses locais tinham a única missão de manter e reparar as pontes. A maior ponte desse tipo residia na garganta Apurimac, ao longo da principal estrada norte de Cuzco.

Ponte real do desfiladeiro (EUA)

 A ponte é uma atracão turística perto de Canon City, Colorado, dentro de um parque temático.
A ponte está 291 metros acima do rio Arkansas, e deteve o recorde de maior ponte do mundo de 1929 até 2003, quando foi superada pela ponte sobre o rio Beipanjiang, na China.
É uma ponte pênsil com um vão principal de 286 metros. Tem 384 metros de comprimento e 5,5 metros de largura, com uma passarela de madeira com 1.292 tábuas. Está suspensa a partir de torres que estão a 46 metros de altura.



Ponte de Carrick-a-Rede (Irlanda)

 Carrick-a-Rede é uma ponte de corda suspensa perto de Ballintoy, Irlanda do Norte.
A ponte liga o continente à ilha minúscula Carrick.
Tem um alcance de 20 metros e fica 30 metros acima das rochas.
Hoje, a ponte é principalmente uma atracção turística, recebendo 247.000 visitantes em 2009.
Quando está muito vento, atravessá-la é uma experiência (terrível se tiver medo de altura) emocionante.

Ponte Imortal (China)

 O Monte Tai, na província Shandon, tem significado cultural e religioso há milhares de anos.
É uma das cinco montanhas sagradas da China e está associada com os fenómenos de nascimento e renascimento.
Essa ponte é composta por três pedras enormes e várias pequenas.
Debaixo dela há um vale, e ao sul um abismo. Ninguém sabe ao certo como essas enormes rochas foram parar ali, mas é bastante provável que estejam assim desde a última idade do gelo.

A velha ponte de Konitsa (Grécia)


 Essa ponte centenária está em cima do rio Aoos, na Grécia, que fica cheio no inverno.
Se olhar cuidadosamente para o meio da ponte, verá um pequeno sino.
Os moradores locais dizem que quando há vento suficiente para
fazer o sino soar, é perigoso demais atravessar a ponte